segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Lanchas rápidas da GNR são arma letal contra tráfico de droga

"Máquina! Máquina!". O grito ressoa pelo exterior e interior da embarcação e em segundos a lancha de vigilância e intercepção (LVI) salta para mais de 40 nós (pouco mais de 72 quilómetros/hora).
E saltar é mesmo o termo, uma vez que o movimento pode ser de tal forma repentino que a expressão "Máquina! Máquina" funciona como um alerta, para os mais desprevenidos se agarrarem, tal com o JN pôde comprovar nas horas que passou a bordo.
A zona de eleição para a operação deste tipo de lanchas vocacionadas para combater o tráfico de droga é o Algarve, onde tem base o Destacamento de Portimão da Brigada Fiscal da GNR. Com meios divididos por Portimão, Olhão e Vila Real as LVI, atribuídas ao Serviço Marítimo, estão acostadas em marinas e o perfil afilado faz adivinhar a velocidade e a rapidez de manobra.
No cais da marina de Portimão, na Praia da Rocha, os seis homens da tripulação afadigam-se na preparação da embarcação para sair para o mar. A atenção está virada para as águas marroquinas. O major Palhau, comandante do Grupo Fiscal, explica ao JN que as "operações da LVI são normalmente acompanhadas por militares que estão em terra, em vigilância". O oficial mais não adianta, mas é óbvia a articulação entre as lanchas e as equipas que vigiam as águas a partir de postos em terra. Os postos ainda usam a obsoleta tecnologia LAOS, enquanto não chega o novo Sistema Integrado de Vigilância de Costa (SIVIC). Mesmo assim é dessas equipas que sai a maioria dos alertas.
A embarcação evolui num mar calmo, mas ao largo, com o sol já a desaparecer, a borrasca faz-se anunciar com relâmpagos marcando a linha do horizonte.
A poucas centenas de metros navega uma outra LVI, comandada pelo comandante do destacamento, o tenente Énio Silva. "Normalmente há duas LVI a operar e outras duas em reserva, mas estes meios podem ser reforçados", adianta, explicando que a área de responsabilidade da unidade abrange toda a costa algarvia, a zona mais sensível do País.
Uma das lanchas aumenta a potência e a proa levanta, até "planar". O contacto entre o caso e a água é mínimo. A velocidade ultrapassa rapidamente os 40 nós e é preciso agarrar algum apoio para não se ser lançado borda fora.
Por volta das 19.30 horas, é o regresso à marina, mas duas horas e meia depois uma das lanchas volta a zarpar. O mar está agora mais encrespado. À saída da barra o tenente manda desligar as luzes de sinalização, numa manobra evasiva, escondendo o rumo da embarcação. Há muito olhos à espreita, em terra e no mar, e nem todos estão do lado da Lei. O patrão da lancha, o sargento-ajudante Silva, está ao leme na ponte alta, mas o frio é cortante e a água do mar salta a proa, encharcando todos. A velocidade aumenta e o casco bate agora de forma mais violenta nas ondas. É impossível estar já na ponte alta e desce-se para a cabina, onde existe outra roda de leme.
O monitor do radar concentra as atenções e um militar mostra pontos verdes que indicam a presença de outras embarcações. "Devem ser de pesca", vaticina o cabo Pedro, com 25 anos de Serviço Marítimo, iniciados ainda na antiga Guarda Fiscal. "O tempo está mau, eles [os traficantes] assim não arriscam tanto...", mas reconhece-lhes cada vez mais atrevimento.
A conversa vai ajudando a passar as horas e um dos homens lembra que, "ainda não há muito tempo", uma embarcação com droga, ao largo de Vila Real de Santo António, abalroou uma LVI. Vinha em fuga das águas espanholas e devido à cooperação estreita da Guardia Civil com a Brigada Fiscal da GNR uma lancha rápida portuguesa estava à espera do barco traficante, que acabou por ser capturado e o haxixe apreendido. Não é incomum o uso das armas de bordo - espingardas-metralhadoras G-3 e G-36 - com fogo real para fazer parar os traficantes ou para impedir reacções mais violentas.
Há duas semanas, a LVI em que navegávamos participara na intercepção, com lanchas espanholas, de um barco de traficantes. "Foi uma perseguição a mais de 40 nós", adianta o patrão.
O adversário está perto, a apenas sete horas de viagem. "Na maioria vêm de Larache [Marrocos]", diz alguém, mas naquela noite não se divisavam senão relâmpagos e ondas encrespadas. O tenente, olhando o radar, manda aproximar da costa e sobe à ponte alta munido de um intensificador de imagem, que lhe permite ver de noite. A LVI aproxima-se de pesqueiros, já com as luzes acesas, e aponta os holofotes para ver a identificação das embarcações. Nada de anormal.
Já passa das três da madrugada, quando a LVI regressa à marina. A missão está concluída, por agora, mas dentro de cinco horas tudo tem que estar pronto para uma nova saída.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Bons carros!


Isto sim são boas noticias, viaturas de categoria para melhoria do patrulhamento policial, pena que não cheguem para todo o dispositivo, mas já é um bom sinal que nem tudo sao más noticias nas forças de Segurança!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Muda-se tudo esperam-se os resultados

Lisboa, 16 Dez (Lusa) - A Brigada de Trânsito da GNR vai passar a designar-se, a partir de 01 de Janeiro, Unidade Nacional de Trânsito e a Brigada Fiscal dará origem à Unidade de Controlo Costeiro e à Unidade de Acção Fiscal.
No âmbito da regulamentação da Lei Orgânica da GNR, foi hoje publicado em Diário da República a portaria que estabelece a organização interna das unidades territoriais, especializadas, de representação e reserva da GNR e define as respectivas subunidades.
Segundo a portaria, a Unidade Nacional de Trânsito terá como responsabilidade a segurança e fiscalização rodoviária, enquanto a nova Unidade de Controlo Costeiro fará a vigilância da costa e a Unidade de Acção Fiscal terá como missão a investigação do crime fiscal e aduaneiro.
A partir de 01 de Janeiro, o Regimento de Cavalaria passará a designar-se Unidade de Segurança e Honras de Estado, que integrará o esquadrão presidencial, o grupo de honras do Estado, o grupo de Segurança, a charanga a cavalo e a banda da GNR.
A portaria estabelece também que o Regimento de Infantaria terá como designação Unidade de Intervenção, que compreende os grupos de intervenção de ordem pública, de operações especiais, de protecção e socorro e cinotécnico.
As brigadas dois, três, quatro e cinco também vão ser extintas, passando a estar organizadas em comandos territoriais, que se articulam em comando, serviços e subunidades operacionais.
Os comandos territoriais vão funcionar a nível distrital.
O porta-voz do Comando-Geral da GNR, tenente-coronel Pedro Costa Lima, disse à agência Lusa que as mudanças não se traduzem apenas numa alteração de nome, mas sim numa "descentralização dos serviços", que serão colocados "mais próximos dos cidadãos".
O responsável sublinhou que as alterações vão "ajustar a GNR às novas missões e realidades".
Costa Lima adiantou que a nível interno a instituição vai sofrer "grandes alterações", tendo em conta a transferência de efectivos.
No entanto, garantiu que o comandante-geral da Guarda pretende salvaguardar os interesses dos militares e que as alterações serão feitas para que os efectivos se sintam "integrados e motivados" com a mudança.
As transferências dos efectivos têm sido motivo de preocupação por parte das associações sócio-profissionais desta força de segurança.
O porta-voz do Comando-Geral da Guarda disse ainda que as alterações na Brigada de Trânsito só se vão efectuar após a operação de Natal e Ano Novo, a 05 de Janeiro, para não a prejudicar.
No âmbito da regulamentação da Lei Orgânica da Guarda Nacional Republicana, também hoje foi publicada uma outra portaria que estabelece as normas a que obedece a eleição dos representantes das categorias de oficiais, sargentos e guardas para o Conselho Superior da Guarda e para o Conselho de Ética, Deontologia e Disciplina da GNR, duas estruturas agora criadas.
A 27 de Novembro tinha sido publicado em Diário da República o decreto regulamentar da nova Lei Orgânica da GNR, que estabeleceu o número, as competências, a estrutura interna e o posto correspondente à chefia dos serviços directamente dependentes do Comando-Geral da Guarda Nacional Republicana.
CMP.
Lusa/Fim
FALTA AINDA O MAIS IMPORTANTE E QUE AFECTA PESSOALMENTE TODOS OS ELEMENTOS DA GUARDA, O SEU NOVO ESTATUTO MILITAES DA GUARDA, POR EXEMPLO OS NOVOS POSTOS DE GUARDA E GUARDA PRINCIPAL, POR FORÇA DA EXTINÇÃO DO POSTO SOLDADO, PARA QUANDO??, JÁ DESDE 2007 QUE TAL FOI PUBLICADO EM LEI ORGANICA!

domingo, 7 de dezembro de 2008

"À MODA ANTIGA"


Banquete ilegal de veado é investigado na GNR

Castelo Branco. Um veado com cerca de cem quilos morreu na IP2 em resultado de um acidente com uma viatura. O caso chegou ao Ministério Público porque, alegadamente, o comandante da BT de Castelo Branco autorizou que o animal virasse petisco para si e para soldados do departamento
Um veado morreu atropelado na IP2 e acabou por servir de refeição a alguns guardas da GNR do destacamento de trânsito de Castelo Branco, segundo uma queixa entrada na Procuradoria-Geral da República (PGR). De acordo com a lei, deveria ter sido queimado ou entregue a uma instituição social. Mas há um outro mistério que perdura. Alguém arrancou os chifres ao animal e levou-os para casa, mantendo-se desconhecido o autor do "desimplante". Oficialmente, surgiu na estrada com a cabeça já "desarmada". Depois da PGR, a Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) também tomou conhecimento do caso e mandou o comando-geral da GNR averiguar. Entretanto passaram-se quase dois anos e não se conhecem conclusões. Os intervenientes no repasto correm o risco de expulsão. A PGR tomou conhecimento do caso em Março de 2007, através de queixa anónima de alguém que se apresentou como sócio de uma associação de defesa dos animais. Segundo essa denúncia, a que o DN teve acesso, o acidente aconteceu a 15 de Fevereiro de 2007 ao Km 149 da IP2, na direcção da Barragem do Fratel, cruzamento de Gardete, envolvendo um ligeiro de mercadoria de marca Mercedes e um animal de caça grossa, veado, com cerca de 100 quilos.Ao local acorreram dois guardas da Brigada de Trânsito (BT) da GNR que terão pedido instruções sobre o que fazer com o animal moribundo. Enquanto aguardavam, um deles agarrou-se aos cornos do bicho e arrancou-os, exclamando "estes já são meus", conforme se lê na queixa à PGR. Entretanto, terão recebido uma indicação do graduado de serviço que se encontrava no posto no sentido de que seria necessário encontrar um número de telefone de uma instituição interessada em consumir o animal.Neste impasse, segundo o mesmo documento, entre os dois guardas surgiu a ideia de o veado virar petisco. Era uma tentação de cem quilos. Então, um dos soldados telefonou a um outro que estaria fora de serviço. Este, por sua vez, terá contactado o comandante do destacamento, tendo este dado o aval à concretização da ideia. Entretanto, chegou ao local o graduado de serviço que logo perguntou pelos chifres do bicho, tendo-lhe sido informado que já teria surgido ali naquele estado. Era noite - o acidente dera-se por volta das 20.00 -, mas o sargento , com a ajuda de uma lanterna, ainda se meteu mata adentro na tentativa de encontrar as hastes. Em vão. Os dois soldados informam-no em seguida que o comandante do destacamento já estava a par do assunto e que o animal já teria destino. O sargento contactou o comandante que lhe terá confirmado a informação recebida.Pouco tempo depois surge no local o tal soldado que se encontrava fora de serviço, e que foi contactado quando surgiu a ideia de o animal virar petisco. A carrinha em que se deslocou até ali era propriedade de um civil residente na Lardosa, Castelo Branco. Alegadamente, o veado foi transportado para um restaurante e, passado uns dias, terá servido de repasto a alguns militares da GNR e amigos.Um dos soldados que tomou conta da ocorrência , contactado pelo DN, recusou-se a falar. O segundo soldado já está reformado, e o número de telefone que conseguimos está desactivado. O comandante do destacamento, o tenente Correia da Silva, confirma a ocorrência, mas garante que a queixa apresentada na PGR "é um filme inventado por alguém que quis difamar a instituição". Instado sobre o destino dado ao animal, o tenente diz não se recordar, frisando que a morte de animais na estrada ocorre com alguma frequência. O DN questionou o comando geral da GNR sobre este assunto na quarta-feira através de um e-mail com algumas perguntas. Mas, até ontem, não obtivemos resposta. Os demais intervenientes estiveram sempre incontactáveis.
DIARIO NOTICIAS

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

"Descontentamento" na GNR

A Associação dos Profissionais da Guarda organiza quinta-feira, em Lisboa, o "Fórum do Descontentamento" para demonstrar a "indignação" que se vive na corporação, como "salários indignos, reduzida assistência na doença e promoções em atraso".
O presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), José Manageiro, disse à Agência Lusa que actualmente "a indignação é grande", sendo por isso necessário demonstrá-la e torná-la pública "num espaço de protesto e de debate" que prevê a participação de membros da Associação dos Profissionais da Guarda de todo o país.
"No Fórum do Descontentamento os associados vão reflectir e dar as suas opiniões sobre o momento difícil que a Guarda atravessa", afirmou, adiantando que na iniciativa poderão ser decididas formas de luta a adoptar em breve.
Segundo José Manageiro, a "forte indignação" dos elementos da GNR é "claramente" dirigida ao Ministério da Administração Interna devido "ao incumprimento das promessas feitas".
Milhares de promoções em atraso desde 2004, "degradação" da assistência na doença, falta de definição de um horário de trabalho, instalações e equipamentos cada vez mais "degradados" são alguns dos motivos de descontentamento dos profissionais da GNR apontados por José Manageiro.
Os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) exigem, igualmente, dignificação na função policial, melhoria nas condições de serviço, transparência nas colocações e transferências e aumento salarial de 2,5 por cento em 2009, além dos 2,9 já decididos pelo Governo.
O presidente da APG disse que os efectivos da GNR têm enfrentado "uma perda do poder de compra", aliado a salários "indignos de quem todos os dias arrisca a vida".
A APG está também contra "o agravar do cariz militar da GNR", que tem sido a forma encontrada para transformar os efectivos em "objectos", segundo o dirigente associativo.
José Manageiro afirmou que a instituição continua "a impor tarefas humilhantes e a instaurar processos disciplinares de forma indiscriminada".
Como exemplo, referiu o processo instaurado a um dirigente da APG por ter denunciado a falta de efectivos em Albufeira e o processo crime e disciplinar de que está a ser alvo um guarda por se ter recusado a lavar pratos.
Neste sentido, e tendo em conta o recente inquérito realizado pela Associação dos Profissionais da Guarda, a APG defende a desmilitarização da GNR.
José Manageiro adiantou que os associados da APG são "contra a natureza militar da Guarda", considerando que é "incompatível com o exercício da função policial".
O "Fórum do Descontentamento" realiza-se quinta-feira à tarde na Casa do Alentejo, em Lisboa. Segundo números da associação, a APG tem 16.000 associados num total de cerca de 26 mil elementos que compõem a Guarda Nacional Republicana.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

GNR de Santarém fica sem patrulhas

Substituição dos cartões Galp frota impede carros-patrulha de abastecer combustível.

Os carros-patrulha de cinco destacamentos do Grupo Territorial da GNR de Santarém estiveram ‘encostados’ durante 24 horas, devido à substituição dos cartões Galp Frota que permitem os abastecimentos de combustível.
Fonte da GNR disse ao CM que, na terça-feira, muitos comandantes locais tiveram de refazer os planos de patrulhamento. "Só foram enviados carros às ocorrências.As patrulhas tiveram de ser suspensas devido à falta de combustível", referiu o informador.
O comando-geral nega que a actividade operacional do Grupo de Santarém tenha ficado afectada. "O que se passou foi a substituição dos antigos cartões Galp Frota pelos novos. De facto, algumas patrulhas foram abastecer a bombas de gasolina e, ao apresentar o cartão antigo e o novo, acabaram por não conseguir abastecer", disse ao CM o tenente-coronel Costa Lima, porta-voz da GNR, garantindo que "a situação está normalizada".
M.C. - Correio da Manhã

Onde chega a falta de competência e a desorganização!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Governo liga esquadras da PSP e GNR por banda larga


Projecto de Rede Nacional de segurança interna visa acabar com serviço policial feito por papel e fax.
http://www.rnsi.mai.gov.pt/
O Ministério da Administração Interna (MAI) criou, por despacho, a Rede Nacional de Segurança Interna (RNSI). Fonte governamental disse ao CM que o projecto já está em marcha, e visa ligar, através de banda larga informática, todos os departamentos da PSP e da GNR.
O centro de instalação do RNSI funciona num prédio do MAI, na rua Martens Ferrão, em Lisboa. Além de querer acabar "com o trabalho assente no papel e no fax", o RNSI pretende ainda disponibilizar aos cidadãos serviços como o sistema de queixa electrónica, perdidos e achados, assim como todos os sites das forças de segurança. Por fim, o MAI nega qualquer secretismo em redor do projecto, "já que o mesmo se encontra, desde o início, divulgado no site do MAI". "O Governo fiscaliza o RNSI", concluiu a mesma fonte.
M.C. - CORREIO DA MANHA.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A miseria que por aqui vai


O Sonho transforma-se em pesadelo!
Muita gente por este pais fora se pergunta como seram possiveis tantos suicidios na GNR, eu um mero patrulheiro que vivo com isto diariamente e já perdi camaradas, que fizeram patrulha comigo, e já cá não estao porque cometeram o suicidio, gostaria apenas de deixar no ar algumas perguntas:
- Já se analisaram os numeros de divorcios de elementos das forças de segurança;

- Já pararam para ver a carga horaria destes elementos da GNR, 56 Horas semanais;

- Já alguém viu qual o periodo de descanso entre turnos dos militares da Guarda, 4, 6, ou no maximo 8 horas;

- Já alguém reparou no desacompanhamento que os militares da Guarda tem por parte da instituição;

- Já alguém se preocupou com o facto de os militares apenas terem uma folga semanal ao 8º dia, e após 7 dias consecutivos com quase nenhum descanso entre turnos;

- Já alguém reparou nas condições miseraveis em que estes elementos policiais prestam serviço, com falta de efectivo, falta de condições das instalações e viaturas, com a recente responsabilização material em caso de acidente com viaturas policiais, em que o militar/agente é punido disciplinarmente e ainda obrigado a pagar a despesa causada.

- Obrigados a efectuar serviços de Faxina, algo do mais degradante para um operacional da GNR.

Havia muito mais para referir, mas chega bem para ilustrar o que vai na alma dos elementos da GNR, agora pensem qual o grau de sanidade Mental, que um Homem pode ter perante esta situação, sem incluir até o grau de risco da missão de Policia e o stress.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Militar da GNR tenta suicidar-se no posto da Mealhada


Uma militar da Guarda Nacional Republicana da Mealhada, residente na Póvoa do Loureiro, tentou suicidar-se na manhã de hoje, terça-feira, 11 de Novembro, cerca das 7h 15m, dentro das instalações do posto, junto a uma das celas, onde estava um recluso. “A militar deu um tiro nela própria com a arma de serviço. Neste momento, está em estado muito grave no Serviço de Cuidados Intensivos dos Hospitais da Universidade de Coimbra”, afirmou o Tenente Coronel Costa Lima, ao final da manhã de terça-feira.Segundo podemos apurar, os elementos do comando do Grupo Territorial de Aveiro e do Destacamento de Anadia estiveram reunidos, no posto da Mealhada, durante toda a manhã, para analisar a situação e acompanhar o estado clínico da militar.No ultimo ano têm sido várias as notícias de suicídio de agentes da autoridade. A pressão e o stress inerentes a esta profissão de risco, assim como as cargas horárias excessivas são apontados pela Associação de Profissionais da Guarda como os factores que mais podem influenciar este tipo de situações.


O fenomeno não é novo, alguém já fez alguma coisa para inverter a situação, estas situações surgem devido ao stress excessivo, á pressão da hierarquia, aos processos disciplinares sempre à espreita, a expectativa gorada de progressão na carreira, a excessiva carga horária a que os militares da Guarda estão sujeitos. Exemplo um militar que termina o seu turno ás 17 horas de hoje, entra novamente ao serviço passadas 8 horas ou seja às 01Hoo, qual é o tempo para estar com a familia? nenhum porque tem que dormir para poder estar apto a efectuar o serviço nocturno. Agora vista esta situação quase todos os dias varias semanas, a relação familiar degrada-se o apoio principal fica afectado, no serviço existe o stress e a falta de apoio hierarquico, acaba com o suicidio, uma vez que os problemas psicologicos são os mais difíceis de tratar, e por parte da GNR e do governo nada de concreto foi feito, o que os militares da GNR precisam não são linhas de apoio, são sim condiçoes de trabalho condignas, onde anda o tão falado e prometido Horario de referencia nas forças de segurança??????????????????????
Essa sim era a resposta mais eficaz, que deveria ser dada aos militares da Guarda, assim já teriam tempo para as suas vidas pessoais, e a saude psicologica iria concerteza melhorar.

sábado, 8 de novembro de 2008

Perseguição da GNR termina com três detenções e aplausos


Almada. Suspeitos ficaram retidos em fila de trânsito.
Quem na tarde de quarta-feira presenciou a perseguição da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Almada a um Audi A4, em plena variante do Feijó (Almada) à Estrada Nacional 10, descreve o episódio como "uma cena digna de filme de acção". Dois carros-patrulha ladearam a viatura no acesso à variante, sendo que uma fila de trânsito impediu os suspeitos de prosseguirem a fuga, tendo sido obrigados a parar. Os militares saíram dos veículos empunhando armas de fogo e detiveram três indivíduos de nacionalidade brasileira que ficaram sem reacção, apesar de estarem armados. Houve populares que saíram das viaturas a aplaudir a GNR.Os três homens que seguiam no interior do Audi A4, que tinha sido roubado pelo método de carjacking no Montijo, dia 1 de Outubro, são suspeitos de terem sido os autores de três assaltos a bancos na passada semana na Margem Sul, acreditando as autoridades que estariam a preparar um novo "golpe". Os suspeitos de 19, 23 e 24 anos foram entregues à Polícia Judiciária, sendo que sobre um deles pendia um "pedido de paradeiro" emitido por suspeita de assaltos a bancos e outros casos de carjacking.O grupo viria a levantar suspeitas ao ser visto por uma patrulha da GNR ao volante do Audi A4, na Charneca de Caparica. A base de dados apontou a matrícula da viatura como sendo falsa, o que desencadeou um alerta junto das várias unidades da GNR de Almada, tendo sido lançada uma autêntica "caça ao homem", que durou cerca de 15 minutos.Várias viaturas policiais convergiram no sentindo do Feijó, onde os indivíduos viriam a ser barrados por uma fila de trânsito. "Eles tentaram ultrapassar os automobilistas, mas estavam no meio de duas viaturas da GNR e não tiveram hipóteses", relatou ao DN uma testemunha, que decidiu encostar à berma quando ouviu as sirenes. "Os guardas pararam os carros no meio da via e foram para cima deles com armas", relatou. O trânsito esteve interrompido por instantes até serem consumadas as detenções, altura que vários automobilistas chegaram a sair dos carros para aplaudirem a actuação da GNR, segundo a mesma fonte: "Houve quem apitasse e batesse palmas. Foi memorável."

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Chega de prepotência e palhaçada !!

Movimento de Solidariedade contra a prepotência e Militarismo na GNR! Profissional da GNR punido com 20 dias de suspensãode funções, por se ter recusado a fazer 'faxina', iniciou cumprimento da pena
O autoritarismo e prepotência na Guarda Nacional Republicana têm prevalecido ao longo dos tempos, levando à imposição, por parte das hierarquias, de tarefas estranhas a agentes da segurança pública. É esta a mesma Instituição que obriga agentes da autoridade a servir à mesa os seus superiores hierárquicos, a efectuar faxina entre muitos outros serviços deste tipo, igualmente, impróprios de agentes da autoridade. É neste contexto que um profissional do Regimento de Cavalaria foi punido com 20 dias de suspensão, com perda de vencimento durante o mesmo período, estando, a par deste processo, a decorrer um processo-crime. O alegado “crime” / “infracção disciplinar grave” foi o facto de ter optado por defender a sua dignidade pessoal e profissional, recusando-se a efectuar faxina à cozinha do Regimento de Infantaria. Lamentavelmente foi esta a decisão do Comando da GNR. A realidade que todos conhecemos tem mostrado que algumas hierarquias consideram não existir limites para o dever de “obediência” a que estamos obrigados, independentemente do conteúdo das ordens emanadas. Estes limites tão latos do dever de obediência contrastam com os da dignidade que temos direito a reclamar, enquanto seres humanos e enquanto profissionais. É exclusivamente por este motivo que o nosso colega foi severa e injustamente punido: teve a ousadia e a coragem de o afirmar, de se recusar a executar funções que, em nada prestigiam as função dos agentes de segurança pública nem a missão dos profissionais da GNR. É tempo dos profissionais da GNR assumirem clara e definitivamente o seu papel enquanto agentes policiais, preservar a sua imagem pública e da própria Instituição.Só a unidade e solidariedade de todos poderá pôr termo a situações como esta e, sobretudo, evitar que se repitam.
ENQUANTO ESTE JOVEM MILITAR É PUNIDO, UM OUTRO MILITAR QUE GOSTA DE SER FAXINEIRO É LOUVADO PELAS BOAS SALADAS DE FRUTA E SOBREMESAS QUE FAZ!!!
HAJA DE UMA VEZ POR TODAS ALGUEM DO GOVERNO QUE PONHA COBRO A TANTA PALHAÇADA QUE SE PASSA NESTA INSTITUIÇÃO!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

AO QUE CHEGOU O LOUVOR !!!!!

http://sic.aeiou.pt/online/noticias/programas/nos+por+ca
Ver esta noticia Louvor na GNR Militar elogiado por fazer muito bem saladas de fruta e sobremesas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O Louvor que visa destinguir virtudes militares e Policiais, evidenciadas em prol do pais e do serviço, é aqui utilizado para distinguir serviços que não são os de um operacional da Guarda Nacional Republicana, mas sim o serviço de um qualquer cozinheiro de hotel.
Mas como nesta e outras instituições quem atribui estes louvores são os senhores Comandantes, os tais que dão mais valor a uma deliciosa sobremesa, confecionada por um qualquer lambe botas que tem medo de andar na Rua, em detrimento de atribuir um louvor a um bom Patrulheiro que dia após dia, arrisca a sua vida em prol da lei, efectua detenções de individuos perigosos, se matem actualizado para o serviço, etc.
Este ultimo não faz algo que dê prazer aos Srs............., sendo considerado o ultimo reduto e o ser mais despresivel no dispositivo Territorial, aquele a quem se dá um louvor ao fim de 27 anos de serviço por pena, passando-se a vida inteira a tentar dar Punições, por algo que foi menos bem conseguido, porque aos tais da sobremesa dificil é encontrar-lhes falhas, a menos que partam os Ovos para o bolo, porque responsabilidade nem vê-la !!!!!.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

GNR poderá garantir segurança do aeroporto de Beja e Alcochete


A segurança do novo aeroporto de Beja poderá ser garantida pela GNR, que está a formar forças para enfrentar incidentes táctico-policiais, como sequestro de aviões com tomada de reféns, admitiu à Lusa um oficial da Guarda."Poderá ser a GNR a garantir a segurança, porque os dois novos aeroportos vão ficar instalados em zonas de actuação da GNR", que, segundo a nova Lei Orgânica, já pode vigiar e proteger infra-estruturas aeroportuárias, explicou o capitão Galvão da Silva, chefe da Secção de Negociação da GNR.No entanto, "a decisão compete ao Ministério da Administração Interna", frisou o oficial.A nova Lei Orgânica da GNR, que entrou em vigor em Novembro de 2007 atribui àquela força de segurança, entre outras, a competência de "manter a vigilância e a protecção de pontos sensíveis", como infra-estruturas aeroportuárias.
PERGUNTO EU PORQUÊ TANTA CONVERSA, SE ESTAS INFRASTRUTURAS AEROPORTUARIAS SE ENCONTRAM NA AREA DE JURISDIÇÃO DA G.N.R., QUAL SERÁ O PROBLEMA DE ESTA FORÇA DE SEGURANÇA DE AMBITO NACIONAL ASSEGURAR O SEU POLICIAMENTO.
É MUITO IMPORTANTE REFERIR QUE A G.N.R. TEM TODOS OS MEIOS DISPONIVEIS PARA O EFEITO TAIS COMO COE, EQUIPAS DE INATIVAÇÃO DE ENGENHOS, GIPS PARA GRANDES CATASTROFES, EQUIPAS DE SALVAMENTO CINOTECNICAS, SÓ FALTA VONTADE POLITICA, QUE JÁ É VISIVEL COM A MUDANÇA DA LEI ORGANICA DA GNR.
SE ESTES AEROPORTOS ESTÃO NA AREA DA GNR É DE INTEIRA JUSTIÇA QUE SEJA A GNR A FAZER A SEGURANÇA DOS MESMOS.
PORQUÊ QUE A PSP VAI DESLOCAR VIATURAS E PESSOAL NO CASO DE ALCOCHETE CERCA DE 20KM FORA DA SUA ZONA DE ACÇÃO????????, ACHO QUE SE TRATA TAMBEM DE BOA GESTAO DOS RECURSOS HUMANOS DAS FORÇAS DE SEGURANÇA, ACHO QUE É TEMPO DE SE FAZER JUSTIÇA, A GNR EM NADA É INFERIOR Á PSP.
NO CASO DO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO, ACHO QUE ESTE TAMBEM DEVIA PASSAR PARA A JURISDIÇÃO DA GNR, POR ESTAR NA SUA ZONA DE ACÇÃO E PORQUE QUANDO A PSP LÁ FOI COLOCADA A GNR NÃO POSSUIA ESSA ATRIBUIÇÃO NA LEI ORGANICA, POSSUINDO DESDE 2007 ESSA RESPONSABILIDADE, DESTE MODO DEVERIA SER REPOSTA A LEGALIDADE.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

GNR apanhado a pedir dinheiro para safar multa

Polícia Judiciária foi avisada por industrial e montou cilada apanhando o militar ainda com as notas.
A PJ de Braga deteve, no passado sábado, um elemento da GNR de Barcelos por corrupção. O militar terá pedido 200 euros para livrar de uma multa um industrial, que comunicou o caso à Polícia.
O caso teve o seu desfecho no passado sábado, com a detenção do militar, de cerca de 30 anos e a prestar serviço na GNR de Barcelos, mas tivera início dias antes, com uma participação efectuada à Polícia Judiciária de Braga por um industrial também da zona de Barcelos.
O referido empresário tinha sido multado e estava obrigado a pagar uma multa cujo montante não foi possível ao JN determinar. O militar terá tido conhecimento da situação, prontificando-se a "tratar do caso". Isto se o infractor lhe entregasse a quantia de 200 euros. Poupava incómodo, gastos e, eventualmente, uma apreensão da carta de condução.
O industrial, aparentemente interessado, não teve dúvidas em pegar no caso e passá-lo de imediato para as mãos das autoridades, designadamente à Polícia Judiciária que, a partir de então, passaria a gerir o caso e a gizar um plano para deter o elemento da GNR. Para o efeito, foi crucial a colaboração do empresário extorquido.
O estratagema escolhido já foi usado vezes sem conta: o empresário fingiu-se interessado na proposta e combinou um encontro com o militar, no qual supostamente lhe entregaria a quantia acordada para que este o livrasse da multa.
Só que, nessa ocasião, todos os seus movimentos eram, já determinados pelos inspectores da Polícia Judiciária que o seguiam de muito perto.
Quando o encontro aconteceu e o dinheiro, previamente marcado, foi entregue, a "armadilha" fechou-se e o militar foi detido em flagrante delito, ainda com as "notas do crime" em seu poder. Este é, ao que o JN conseguiu apurar o único caso de alegada corrupção em que o militar aparece envolvido, até ao momento.
Todo o desenrolar do caso foi do conhecimento e acompanhado a par e passo pela hierarquia da GNR, informada pela Polícia Judiciária, como é normal neste tipo de situações.
O militar foi já submetido a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado sujeito á medida de coacção de apresentações semanais na autoridade da sua área de residência. Internamente, o arguido será alvo de um processo disciplinar e, eventualmente, suspenso de funções até que o caso termine a sua tramitação judicial.
O VERDADEIRO JULIO CORRUPTO!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Actriz detida por insultos a militares da GNR do Seixal


A GNR de Paio Pires, Seixal, apanhou ontem de manhã a actriz Maria de Lima a estacionar mal o carro no parque da estação da Fertagus de Coina e os militares dizem que se limitaram a chamá-la à atenção. A condutora terá ignorado e seguiu a pé. Minutos depois, regressou com dois cidadãos ingleses, já estava a ser multada, e ter-se-á dirigido, em tom de gozo, a um sargento e um soldado: "São uns incompetentes, nem a 4ª classe devem ter."
Segundo os militares, virou-se depois para um deles: "Vai é falar com o meu advogado, que o vai pôr a trabalhar, seu incompetente." E continuou, dirigindo-se aos britânicos: "São tão incompetentes... e a prova é o caso Maddie." A GNR identificou-a e Maria de Lima disse-se actriz, que participa em telenovelas e filmes de cinema. Deu moradas na Parede, Estados Unidos e Inglaterra.
Quando o sargento tentou terminar a identificação, a actriz terá retomado o tom ofensivo, chamando-lhe "fascista". Acabou detida e, já perante várias testemunhas, gritou estar a ser vítima de brutalidade policial. Foi presente ao Tribunal do Seixal em julgamento sumário e, apurou o CM, a sentença será conhecida dentro de 15 dias. Os militares da GNR envolvidos pedem uma indemnização a Maria de Lima por danos morais. Contactada, a agente da actriz, Paula Monteiro, disse desconhecer "toda essa situação".

ENFIM O CIVISMO NÃO SE COMPRA COM DINHEIRO......

domingo, 5 de outubro de 2008

Posto da GNR mete água!!


Vila do Bispo: Plásticos e alguidares utilizados para proteger militares da chuva.


As más condições do Posto da GNR de Vila do Bispo estão a indignar a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), que considera a situação "insustentável".
O coordenador da APG/GNR - Região Su revelou ao CM que "chove dentro das instalações" e que "nas últimas chuvadas foi necessário pôr plásticos a tapar computadores e equipamento, e alguidares a aparar as goteiras". António Barreira, que esteve "entre 1996 e 2003" no posto, garante que "até dentro do gabinete do comandante chove" e afirma já ter visto "canis da cinotecnia da GNR com melhores condições" (ver caixa). Além disso, "devido às infiltrações há o risco de curto-circuitos e incêndios", frisa. "Toda a gente sabe o estado do imóvel mas nada foi feito para resolver o problema", acusa.
A governadora civil de Faro, Isilda Gomes, assegura que a Direcção-Geral das Infra-estruturas e Equipamentos já se reuniu com o presidente da Câmara, e este disponibilizou um terreno para o novo quartel. "A tutela está a preparar um protocolo a celebrar com a autarquia e calendarizar a obra no plano de investimentos nacional", assegura. O custo previsto é de 800 mil euros.
VISTORIA APENAS CLASSIFICOU CELA INOPERACIONAL
Comparando as condições de Vila do Bispo com as dos canis da GNR, António Barreira não tem dúvidas sobre quem está melhor. Os cães, "após as patrulhas, podem repousar sem que a chuva lhes caia em cima, ao contrário do que acontece com os profissionais que ali [Vila do Bispo] estão colocados, e que utilizam as instalações para descansar, num espaço com 10 m2, equipado com três beliches e com uma única casa de banho, que têm de partilhar com o público". António Barreira estranha ainda que, numa vistoria às instalações, a cela tenha sido dada como inoperacional (detidos vão para Portimão ou Lagoa), mas a decisão não se tenha estendido ao resto do espaço.
Ana Palma - Correio da Manhã.


ATÉ OS CÃES MERECEM MAIS RESPEITO POR PARTE DO COMANDO GERAL DA GNR, DO QUE OS PROPRIOS MILITARES "SERES HUMANOS", HAJA VERGONHA DE UMA VEZ POR TODAS !!!!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Atirador atinge militar da GNR com chumbo, no final de jogo do Trofense

Um militar da GNR foi alvejado no braço com um disparo de uma arma de chumbos, domingo à noite, quando se encontrava de serviço nas imediações do estádio do Trofense, na Trofa.
O incidente, que causou um ferimento ligeiro na vítima, ocorreu quase uma hora depois do final do jogo de futebol entre a equipa local e o Vitória de Guimarães. Ao que tudo indica, o disparo partiu de uma carabina de pressão de ar, havendo suspeitas de que tenha sido desferido de uma residência nas proximidades do estádio.
As investigações prosseguiam, ontem, para apurar a identidade do atirador, admitindo-se que aquela acção tenha sido uma retaliação premeditada contra a força de segurança e não uma simples "brincadeira".
Segundo o JN apurou, tudo aconteceu cerca das 23 horas. O militar, afecto ao Destacamento de Santo Tirso da GNR, estava a em missão de ordenamento de trânsito, num serviço gratificado. Na altura, reinava a acalmia na zona, uma vez que o recinto desportivo já estava vazio e as claques também tinham abandonado o local, estando a ser feitos os preparativos para a escolta dos árbitros, por parte do dispositivo policial destacado para o jogo.
Sem que nada o fizesse prever, o elemento da GNR sentiu uma "chumbada" no braço e verificou que estava ferido. "Atingiu-o de raspão e provocou-lhe uma pequena escoriação", revelou um colega, acrescentando que a vítima foi assistida no Hospital de Santo Tirso e teve alta pouco depois. Ontem, deslocou-se ao Instituto de Medicina Legal para ser examinado e retomou normalmente o serviço.
QUALQUER DIA NÃO SEI NÃO!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Autotanque dos Bombeiros mata militar da GNR

Um militar da GNR do Fundão morreu ao ser atropelado por um autotanque dos Bombeiros Voluntários da cidade envolvido no combate a um incêndio numa garagem, na povoação de Telhado, na madrugada de ontem. O cabo António Costa tinha 44 anos e estava a prestar apoio, controlando o trânsito e facilitando a acção dos bombeiros.
O acidente ocorreu às 02h30, quando um dos veículos dos bombeiros efectuava "uma manobra de recuo e o rodado da frente do veículo atingiu o militar, que estava do lado oposto do condutor, que não deu conta da sua presença", disse o comandante dos Bombeiros Voluntários do Fundão, António Antunes, adiantando que o militar, "ao ser apanhado pelo rodado terá caído e o pesado autotanque passou-lhe por cima, causando-lhe morte imediata".
O militar estava "perfeitamente identificado com colete reflector", disse o comandante distrital da GNR de Castelo Branco, tenente-coronel Hélder Almeida, adiantando que o autotanque "ia efectuar uma manobra. Estava a curvar".
O comandante dos Bombeiros e da GNR são unânimes em afirmar que o condutor do autotanque, de 30 anos, ficou "bastante transtornado".
"Está com apoio psicológico, pois ficou de rastos com o que se passou", disse o comandante dos Bombeiros, realçando que fez análises ao sangue no hospital que "não acusaram nada de irregular".
IRMÃO MORREU ATROPELADO HÁ DOZE ANOS
O cabo António Costa tinha 44 anos, era natural de Benespera (Guarda) e estava há 13 anos a prestar serviço no posto do Fundão da GNR. Era casado e pai de duas meninas de quatro e seis anos. Esta não foi a primeira vez que a sua família se viu envolvida numa tragédia: há doze anos, um irmão de António Costa, que também era militar da GNR, morreu também por atropelamento.
A inesperada morte era ontem chorada na cidade, por ser uma pessoa estimada. "Era um homem bom, que se esforçava por cumprir a sua missão e honrar a farda, não descurando a família", disse um dos militares que estava no posto. "É um dia muito triste para todos, os bombeiros e a GNR estão profundamente consternados com o acidente", disse o comandante António Antunes, frisando que há "um óptimo relacionamento e temos os quartéis lado a lado".
MORADORES CONSTERNADOS
À hora a que o incêndio deflagrou a população de Telhado estava a dormir e as pessoas que se aperceberam estavam com a atenção centrada no local em chamas e no seu combate, pelo que não se aperceberam do atropelamento. "Só reparei que algo de grave se estava a passar quando ouvi gritos e vi o condutor do autotanque muito aflito", disse uma testemunha, que não se quis identificar.
A trágica morte do cabo António Costa chocou os moradores, que discutiam o assunto entre eles, mas nenhum quis entrar em pormenores sobre o que se passou. "Foi um acidente, o condutor dos bombeiros não olhou bem e quando se apercebeu já era tarde de mais", disse um morador.
PORMENORES
INVESTIGAÇÃO EM CURSO
As circunstâncias em que o acidente ocorreu estão a ser apuradas pelo Núcleo de Investigação Criminal da Brigada de Trânsito da GNR. O inquérito foi aberto de imediato.
MORTE IMEDIATA
O cabo António Costa terá sofrido morte imediata, por ter sido atingido ao longo do corpo e na cabeça pelo rodado do autotanque, que pesa várias toneladas.
CARRO QUEIMADO
Os Bombeiros foram à localidade de Telhado, a oito quilómetros do Fundão, apagar um incêndio que deflagrara num veículo automóvel que estava estacionado numa garagem.
Isabel Jordão / Jerónimo Clemente
CUIDADO CAMARADAS, QUEM NOS INCENDIOS AINDA NÃO SE APERCEBEU QUE É TUDO DE QUALQUER MANEIRA, MEIA BOLA E FORÇA, AINDA HÁ DIAS ME IA ACONTECENDO O MESMO!!

sábado, 27 de setembro de 2008

Oeiras - agente policial tentou assaltar idosa!!!

Uma patrulha da PSP de Queijas foi chamada anteontem a um local ermo de Barcarena, Oeiras. Uma idosa estaria a ser assaltada por um homem, retido no local por um vizinho até à chegada das autoridades. O alegado assaltante viria a ser identificado como um colega de profissão dos próprios agentes.
Jorge M., de 39 anos, prestou, até Agosto de 2006, serviço na já encerrada esquadra da PSP do Rego, em Lisboa. Foi, na altura, suspenso de funções, depois de ter sido detido pela GNR de CasteloBranco. Os militares encontraram diverso material que ligava o agente a dois assaltos a residências da zona de Penamacor. O tribunal local condenou-o a Termo de Identidade e Residência e deliberou a sua imediata suspensão de funções na PSP.
Nos meses que se seguiram, Jorge M. viu o Ministério Público deduzir-lhe acusação formal. Foi julgado no Tribunal de Penamacor, de onde é natural, e condenado a dois anos e meio de cadeia, com pena suspensa.
Até anteontem, o agente, entretanto suspenso da PSP, não mais voltou a reincidir. Agora, uma idosa de mais de 80 anos, residente na Estrada do Cacém, em Barcarena, acusa-o de tentativa de assalto.
Na versão que contou à PSP, Maria (a idosa) assegura que Jorge M. lhe bateu à porta pelas 16h35 para pedir um copo de água. Quando virou costas, a idosa refere que o polícia suspenso forçou a porta e a deitou ao chão para a tentar assaltar.
Ter-lhe-á valido um vizinho que manietou Jorge M., até à chegada da PSP, chamada por duas assistentes sociais. Identificado, o agente condenado em tribunal negou aos colegas qualquer tentativa de assalto. O CM apurou que Jorge M. assegurou ter entrado na residência da idosa para a ajudar, uma vez que a viu prostrada no chão.
Depois de identificar o polícia, a PSP mandou-o em liberdade. O expediente foi enviado ao Ministério Público de Oeiras para procedimento criminal.
PORMENORES
lSociável e brincalhão
Jorge M. entrou na PSP há mais de dez anos. A última esquadra onde trabalhou foi a do Rego, em Lisboa. Colegas recordam-no como "sociável e brincalhão".
Arrisca expulsão
Logo em 2006, quando foi detido pela GNR, e posteriormente condenado por roubos, Jorge M. viu a PSP abrir-lhe uma inquirição interna que ainda não está concluída. Agora, após ter sido novamente identificado por suspeitas de crime, o agente pode esperar uma mais que provável expulsão.
Miguel Curado - Correio da Manhã
VERGONHA DE HOMEM ESTE QUE SE DIZ SER POLICIA!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Guarda Estagiario da GNR mata-se a tiro.


Um soldado da GNR suicidou-se,anteontem (21h00), no interior das instalações do posto de São Brás de Alportel, onde prestava serviço há cerca de três meses, integrado no reforço de Verão no Algarve. É o oitavo militar da GNR a suicidar-se este ano e o quinto polícia (quarto da GNR) no espaço de uma semana.
Daniel Gonçalves, 24 anos, solteiro, residente no Porto, estava de piquete, jantou com os colegas, "parecendo estar muito calmo e sem denotar qualquer problema" disse ao CM, fonte da GNR.
Após o jantar, o militar foi à casa-de-banho. "Pouco depois, ouviu-se o estrondo de um tiro e o jovem foi encontrado pelos colegas, estendido no chão numa poça de sangue, com a Walter 9 milímetros que lhe estava distribuída ao lado e com a qual desferiu um tiro na cabeça, sendo causa de morte imediata", contou a mesma fonte.
As causas da tragédia estão envoltas em mistério. Sabe-se que o militar, ingressado na GNR no final de 2007 e que estava a completar o período de estágio, foi a casa, no norte, no fim-de-semana, mas não se terá queixado a ninguém de eventuais problemas.
José Alho, presidente da ASPIG– Associação Sócio-ProfissionalIndependente da GNR, manifesta "o desagrado pela mobilização no combate à criminalidade se estar a fazer à custa do sacrifício suplementar dos militares", o que causa "um elevado número de doenças de foro psicológico e, em situações extremas, o suicídio".
Teixeira Marques


Isto vai muito mal até já os estagiarios se matam!!!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

INACREDITAVEL

Vereador apanhado pela GNR com taxa crime de alcoolemia.

O vereador da Câmara Municipal de Pombal, Michael António, foi detido, na madrugada do passado sábado, a conduzir com uma taxa de 1,3 gr/l de álcool no sangue. O autarca não fala sobre o assunto, mas o presidente da Câmara, Narciso Mota, veio em sua defesa: “Foi uma actuação de perseguição e isso é que deve ser averiguado por quem de direito”, afirmou.Michael António, além de ter a seu cargo os pelouros do Ordenamento do Território, Renovação Urbanística, Juventude, Turismo e Defesa do Consumidor, é ainda o responsável pelo Gabinete Jurídico e Contencioso do município. Segundo o jornal “Correio da Manhã”, o autarca terá sido presente a Tribunal, tendo-lhe sido aplicada a medida de coacção de inibição de conduzir por três meses. Narciso Mota, apesar de lamentar a transgressão rodoviária cometida pelo vereador, insistiu nas críticas à actuação da GNR. “Fico triste por ver um vereador do meu executivo, às 5h30, a conduzir e a ser efectivamente interpelado tendenciosamente por dois agentes da GNR de Pombal que não estavam a executar nenhuma operação stop”. Narciso Mota também afirmou que gostava de saber qual foi o militar de Pombal que transmitiu a informação a um jornal nacional, que trouxe a fotografia do vereador. “De acordo com informações que já me foram dadas, se calhar, quiseram fazer dele o alvo e estragar efectivamente a imagem dele”, continuou o presidente do município.Apesar de referir que só ouviu a versão do vereador Michael António, Narciso Mota considerou ainda que o que se quer são “homens nas forças de segurança com carácter (...). Não daqueles que efectivamente estão à espera de apanhar alguém na ratoeira, tendenciosa e intencionalmente para denegrir e para se vingarem de qualquer coisa”, comentou.
COMO É POSSIVEL AFIRMAÇÕES DESTAS, O PODER POLITICO A CRER SUBREPOR-SE À JUSTIÇA E ÀS AUTORIDADES.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

GNR: 5.300 dos 14 mil candidatos têm pelo menos 12º ano


Dos mais de 14 mil candidatos ao concurso de admissão de novos efectivos para a GNR, 5.300 têm o 12º ano de escolaridade ou habilitações superiores, apesar de ser apenas exigido o 9º ano, esclareceu esta segunda-feira aquela força de segurança, noticia a agência Lusa.
O chefe das Relações Públicas da GNR, tenente-coronel Pedro Costa Lima, disse à agência noticiosa que a exigência do 9º ano para a admissão de novos guardas está prevista no estatuto militar da GNR.
No entanto, Pedro Costa Lima adiantou que o novo estatuto militar da GNR, que está a ser preparado pelo Ministério da Administração Interna, poderá vir a aumentar as exigências literárias, tendo em conta «a evolução social».
As habilitações literárias exigidas para admissão de novos guardas foram criticadas pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), que considerou, em declarações à Lusa, que «não é vantajoso» nem «satisfatório» para a GNR o nível de escolaridade pedido.
No âmbito do concurso de admissão de novos elementos para as duas forças de segurança, a GNR recebeu 14.432 candidaturas, número cerca de três vezes superior ao registado pela PSP, para onde concorreram 4.653.
O presidente da APG, José Manageiro, justificou o maior número de candidatos à Guarda com as habilitações literárias e lamentou que «a maior força de segurança portuguesa tenha como requisito a escolaridade obrigatória».
Segundo o Comando-Geral da Guarda Nacional Republicana, que não comenta declarações das associações, dos 14.432 candidatos, 6.300 tem o 9º ano, 1.000 o 10º, 1.700 o 11º e 5.300 o 12º ano ou mais.
Entre os candidatos a novos agentes da GNR com cursos superiores, 32 têm bacharelato, 301 licenciaturas, quatro mestrados e um possui uma pós-graduação.
As candidaturas à PSP e à GNR têm como objectivo a admissão de dois mil novos elementos para as forças de segurança (1.000 para a PSP e 1.000 para a GNR), como foi anunciado em Março pelo ministro da Administração Interna, Rui Pereira, no âmbito da Estratégia de Segurança para 2008.
Segundo as duas forças de segurança, os novos guardas e agentes seleccionados deverão «ser colocados ainda durante o ano de 20o9.

AFINAL à GNR NAO CONCORREM SÓ CIDADÃOS COM O 9º ANO COMO ALGUNS QUEREM PINTAR, 5300 COM O 12º ANO MAIS 1700 COM O 11º ANO, SAO 7000 CANDIDATOS AO NIVEL DO QUE A PSP EXIGE "11º ANO", AFINAL PARECE QUE NAO SE CONFIRMA A TEORIA DA FALTA DE FORMAÇÃO ESCOLAR NA GNR.

EM CADA ALISTAMENTO 90% DOS ELEMENTOS POSSUEM O 12º ANO OU MAIS!!!!!!!!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Crimes: GNR detém dois elementos do chamado "gang do Multibanco" e recupera três viaturas


Lisboa, 10 Set (Lusa) - As autoridades detiveram hoje de madrugada dois indivíduos suspeitos de envolvimento em vários assaltos à mão armada a bombas de gasolina, "carjacking" e roubos de máquinas Multibanco, disse à Lusa fonte da GNR.
A operação incluiu ainda a recuperação de três viaturas roubadas, uma delas por "carjacking", e saldou-se em ferimentos ligeiros em dois elementos da GNR.
Militares da corporação, em colaboração com a Polícia Judiciária, tinham começado a seguir hoje de madrugada, cerca das 02:00, na Margem Sul, duas viaturas suspeitas de estarem a ser utilizadas pelo chamado "gang do Multibanco", responsável por assaltos a bombas de gasolina e roubos de máquinas de Multibanco.
Seguiu-se uma perseguição entre as duas margens do Tejo, com várias incursões de um lado para o outro, até que a GNR conseguiu, cerca das 03:30, montar um cerco às duas viaturas na zona de Carnaxide, referiu à Lusa a mesma fonte.
Uma das viaturas abalroou os carros da GNR, provocando ferimentos ligeiros em dois agentes, e pôs-se em fuga, enquanto a segunda, um Mercedes que tinha sido roubado na madrugada de terça-feira em Lisboa, foi capturado e os seus dois ocupantes detidos.
Segundo a mesma fonte, trata-se de "indivíduos cadastrados e perigosos".
Horas depois, a GNR conseguiu recuperar na margem sul do Tejo mais duas viaturas: um BMW, que tinha sido roubado por meio de "carjacking", e uma carrinha Renault Laguna.
Os quatro ocupantes das duas viaturas conseguiram fugir a pé, acrescentou à Lusa a fonte da GNR.
O Mercedes recuperado era o segundo veículo topo de gama que tinha sido roubado na madrugada de terça-feira num stand de automóveis em Lisboa.
O primeiro veículo já tinha sido encontrado ao princípio da tarde de terça-feira na Margem Sul.

PARABENS Á RAPAZIADA, MAIS UMA VEZ A GNR DEMONSTRA SER UMA GRANDE FORÇA DE SEGURANÇA.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Saiu do tribunal e furtou carro, este é o verdadeiro filho da postura laxista da nossa justiça!


Um jovem de 25 anos foi detido, pela GNR após ter furtado um automóvel que tinha a chave na ignição.
Acabava de sair do Tribunal de Paços de Ferreira onde foi presente ao Ministério Público para ser constituído arguido. Esteve detido no posto da GNR de Paços de Ferreira desde o dia anterior, em cumprimento de um mandato judicial por envolvimento em furtos de fios de cobre. Mal saiu do Tribunal furtou o carro, fugiu, mas acabou novamente detido pelas autoridades.
O homem, de Penamaior, Paços de Ferreira, é cadastrado e está referenciado por furtos. Implicado num processo de furto de cobre, foi detido pela GNR de Paços de Ferreira, tendo pernoitado no posto. Em cumprimento do mandado de detenção, emitido pelo Tribunal pacense, foi presente, cerca das 10 horas de ontem, ao Ministério Público, sendo constituído arguido no âmbito desse processo. Abandonou as instalações em liberdade.
Ao chegar à porta do Tribunal reparou que o automóvel, Rover, estava estacionado em frente ao edifício da câmara local, com a chave na ignição. Apercebendo-se da saída do proprietário do Rover, que se deslocou a uma agência de contribuintes na zona, o indivíduo entrou no carro, trancou as portas e fugiu.
A rápida actuação da GNR permitiu deter o assaltante a poucos metros do local do furto, na Rua 1º de Dezembro, onde foi montada uma barreira policial. Ao sentir-se encurralado, abandonou a viatura na estrada e começou a correr, perseguido por guardas que o apanharam ao fim de alguns metros.
Foi presente novamente ao tribunal, constituído arguido, agora sob a acusação de furto e de condução ilegal, por não ter carta. Posto em liberdade, terá de comparecer naquele tribunal no próximo dia 18.

SEM COMENTARIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

‘China’ julgado por agressão a GNR


Sérgio Silva, mais conhecido pela alcunha de ‘China’ e por ter fugido da cadeia de Guimarães em Agosto do ano passado, está a ser julgado no Tribunal de Santo Tirso, acusado de cinco furtos qualificados e ofensas corporais a um efectivo da Guarda Nacional Republicana.
Ao longo do dia de ontem realizou-se a segunda sessão do julgamento que senta no banco dos réus outros 16 arguidos, entre os quais três raparigas – uma delas namorada de ‘China’.
Sob forte aparato policial, com mais de vinte elementos do Corpo de Intervenção da PSP do Porto a manter um perímetro de segurança nas imediações do Palácio da Justiça, Sérgio Silva voltou ontem à tarde ao tribunal numa carrinha celular com outros três arguidos no caso. O quarteto está em prisão preventiva na cadeia de Custóias, sendo que a ‘China’ foi aplicada a medida de coacção máxima em meados de Julho último, depois de ter furtado com outros três comparsas um jipe e uma máquina de tabaco, tendo também protagonizado uma fuga aparatosa e perigosa até à cidade do Porto.
No arranque do julgamento, anteontem, nenhum dos arguidos quis prestar declarações. De imediato a presidente do colectivo de juízes começou a ouvir mais de 80 testemunhas – a esmagadora maioria proprietários de carros furtados pelas diversos arguidos. Recorde-se que ao grupo é imputada uma onde de assaltos a residências e carros na zona do Vale do Ave.
Anteontem, o guarda que foi parcialmente esmagado contra uma parede pelo carro furtado que ‘China’ conduzia, em Fevereiro do ano passado quando tentava escapar a duas patrulhas da GNR de Vila das Aves, foi ouvido pelo colectivo de juízes. Na altura, ‘China’ só parou por ter sido baleado num pé por um guarda. O julgamento prossegue na próxima terça-feira.
Liliana Rodrigues
SÓ NÃO MATOU O GUARDA POR MUITA SORTE!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Postos da GNR com apenas um militar de serviço durante a noite.


Na maior parte dos postos da GNR no distrito de Santarém não há efectivos para fazer o patrulhamento mínimo. Em muitas noites há apenas um militar de serviço nas instalações para receber as queixas e se existe uma ocorrência em que é imprescindível a presença de uma patrulha de ocorrências tem que se procurar uma que esteja disponível noutros postos vizinhos.
Nos concelhos da Chamusca e da Golegã, há turnos nocturnos que não têm pessoal suficiente e as duas zonas são patrulhadas apenas por dois homens enquanto nos respectivos postos fica apenas um militar para guardar as instalações, receber queixas e atender os telefones. O que está a acontecer contraria as regras de segurança estabelecidas.
A falta de viaturas é outro problema. O posto da Chamusca tem apenas um carro que estava adstrito ao programa “Escola Segura”. Muitos dos postos, têm viaturas antigas com muitos quilómetros percorridos e que já não garantem uma resposta rápida em caso de uma ocorrência grave.
O posto do Tramagal, concelho de Abrantes, chega a ficar responsável, simultaneamente, pelo policiamento daquela freguesia e ainda da de S. Facundo e do concelho de Constância. Neste período de Verão a situação agrava-se porque alguns militares estão de férias e outros são retirados para prestar serviço no Centro Distrital de Operações de Socorro em Tomar por causa dos incêndios florestais e da vigilância das matas que está sob a coordenação da GNR.
O MIRANTE enviou um fax para o comandante do grupo territorial da GNR, tenente-coronel Vítor Lucas, a solicitar mais explicações sobre esta situação, mas não foi dada qualquer resposta.

SÓ É PENA SER ASSIM EM TODO O TERRITORIO NACIONAL, POSTOS COM 20 HOMENS E NÃO APENAS EM SANTAREM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Três GNR foram agredidos a soco

Loulé: Noite violenta com agressões a militares e dois homens esfaqueados.


Foi uma noite violenta a de sábado para domingo no concelho de Loulé. Primeiro, na cidade, três militares da GNR foram agredidos a soco quando responderam a uma situação de pancadaria no Salão de Festas da cidade. Depois, em Quarteira, dois homens foram ao posto da Guarda depois de serem esfaqueados em Vilamoura .
Eram 02h00 quando a patrulha da GNR se dirigiu ao Salão de Festas de Loulé. Ao lá chegar, depararam-se com cerca de 50 pessoas envolvidas numa zaragata.
"Tudo começou com um pedido de um cigarro", contou ao CM Ludgero Sousa, que com o pai, Guilherme, organizou a festa. "Quando a autoridade chegou, a situação ficou complicada", continua Ludgero, referindo que "um dos agentes foi agredido com um soco num olho e ficou com um corte, outro também levou um soco num olho e o terceiro rasgaram-lhe a farda". Na altura, também a viatura da GNR foi alvo de vandalismo.
Os dois militares agredidos receberam tratamento hospitalar. O que sofreu um corte perto da vista, teve de ser suturado com três pontos. Tanto este militar como o outro GNR agredido a soco encontram-se de baixa.
Os autores das agressões serão quatro indivíduos já referenciados pela Guarda. Na altura, no entanto, ninguém foi identificado. O caso está a ser investigado, disse ao CM fonte da GNR. A situação só viria a acalmar com a chamada de reforços para o local.
ESFAQUEADOS EM QUARTEIRA
Dois indivíduos esfaqueados entraram no posto da GNR de Quarteira, por volta das 07h30 da manhã, dizendo que tinham sido alvo de facadas na zona do Largo das Estrela, em Vilamoura. Um dos homens tinha sofrido sete golpes enquanto o outro foi esfaqueado por três vezes.
Segundo fonte da GNR, a meio da tarde de ontem, o homem que foi golpeado por sete vezes já tinha tido alta, o outro encontrava-se sob observação por uma das facadas o ter atingido no abdómen.
O Largo das Estrelas é uma zona de Vilamoura considerada problemática pela GNR, pela concentração de indivíduos nos diversos bares que existem no local.
CRÍTICAS DAS ASSOCIAÇÕES
Tanto a Associação de Profissionais da Guarda (APG) como a Associação Socio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) tomaram ontem posição face às agressões aos militares da GNR em Loulé.
PRISÃO PREVENTIVA
A prisão preventiva como medida de coacção para os indivíduos que agridem agentes da autoridade é uma exigência tanto de José Alho, da ASPIG, como de António Barreira, da APG. Caso contrário, existirá sempre uma sensação de impunidade.
POUCA EXPERIÊNCIA
A existência de muitos estagiários ou militares com pouca experiência ao serviço e a falta de efectivos é um dos problemas apontados por António Barreira.
JUNÇÃO PSP/GNR
José Alho propõe a junção entre PSP e GNR para que haja uma mais racional colocação dos efectivos no terreno.

João Mira Godinho

domingo, 24 de agosto de 2008

ONDE PÁRA A JUSTIÇA??? RESULTADO DO NOVO CODIGO PENAL


Emigrante atingido com três tiros à porta de discoteca.
Assassinado após discussão em festa de "karaoke".

ASSALTANTES AOS TIROS EM CAFES.


Idosa morta em assalto foi amordaçada no sofá.

CONFRONTOS EM FUNERAL.


A BANDALHEIRA EM QUE SE TRANSFORMOU O NOSSO PAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

GNR em figuração de filme que estreia em 2009


Quatro militares e duas viaturas da GNR ao serviço da EUFOR (European Union Force) na Bósnia-Herzegovina fizeram figuração para o filme «Storm», do alemão Hans-Christian Schmid, que estreia em 2009, noticia a Lusa.
Segundo fonte das Relações Públicas da GNR, o filme que está ainda a ser rodado, conta a história de um procurador do Tribunal Internacional para a ex-Jugoslávia, em Haia, que tenta persuadir uma importante testemunha a revelar o que sabe, e que poderá conduzir à prisão de uma importante Pessoa Acusada de Crimes de Guerra (PIFWC, do acrónimo inglês).
As filmagens com a participação dos militares portugueses decorreram a 9 e 10 de Agosto, em vários locais de Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegovina, e aeroporto.
A coluna em que se integram as viaturas da GNR é emboscada e o resto da história saber-se-á a partir de 2009, quando esta co-produção Alemanha-Holanda-Dinamarca estrear.
A figuração dos militares e viaturas da GNR foi feita por escolha do comando da EUFOR.
Os militares da GNR foram integrados numa IPU (Integrated Police Unit), de escalão Regimento, que é a subunidade de polícia da EUFOR.

sábado, 16 de agosto de 2008

PARA QUANDO ?????????????????

FUSÃO.
Santos Cabral considera que se perdeu oportunidade de debate O antigo director nacional da Polícia Judiciária, Santos Cabral, defende a criação de uma única polícia em Portugal que concentre os poderes dispersos por todas as forças de segurança, como por exemplo, a PJ, a GNR ou a PSP. Santos Cabral apresentou esta tese ontem ao DN, depois de considerar que a nova lei orgânica da PJ foi uma oportunidade falhada para se fazer um debate sobre a restruturação das forças policiais.Para o agora juiz do Supremo Tribunal de Justiça, é urgente concentrar a informação dividida por todos os órgãos de investigação criminal numa única polícia, sob pena de se perder a batalha contra o novo crime organizado. E para o magistrado não interessa se a nova força policial que defende fica dependente do Ministério da Administração Interna ou do Ministério da Justiça.
Apenas que concentre a informação e os investimentos contra criminosos cada vez mais preparados."Estou a pensar na criminalidade organizada, como a financeira, onde é preciso perceber quem a combate. É preciso discutir quantas polícias e que diálogo queremos", argumenta Santos Cabral, que apresenta logo de seguida a sua própria proposta. "Devíamos fazer como os austríacos, que criaram uma única polícia e que têm dado resposta muito eficaz a novos problemas, como o terrorismo". A este propósito, convém informar que até 1 de Julho de 2005, a Áustria tinha três polícias nacionais, todos na dependência hierárquica do Ministro do Interior federal. Mas diferenças entre os sistemas informáticos e a existência de três corpos de investigação criminal diferentes ditou a criação de uma força policial única.Recorde-se que não é a primeira vez que se fala da concentração das polícias em Portugal, mas até agora a discussão tinha-se centrado principalmente na junção de todas as forças sob a tutela do Ministério da Administração Interna.
DIARIO NOTICIAS

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Loures: GNR encontrou munições de caçadeira e arma de calibre 6.35 na viatura dos assaltantes.

A polícia encontrou munições de caçadeira e uma arma de calibre 6.35 no banco de trás da viatura onde ontem fugiram os dois presumíveis assaltantes de uma quinta agrícola em Santo António do Tojal, concelho de Loures, apurou o PÚBLICO junto da GNR. Na fuga, a GNR disparou sobre a viatura e baleou mortalmente uma criança de 12 anos, que seria filho de um dos indivíduos.Segundo o comandante do Grupo Territorial da GNR de Loures, tenente-coronel Cardoso Pereira, durante a perseguição foram disparados tiros para imobilizar a carrinha e um deles acertou no pneu traseiro direito da viatura, obrigando à imobilização do veículo junto à Igreja de Santo Antão do Tojal, a cerca de um quilómetro da propriedade onde começou a perseguição. Outro dos disparos entrou na viatura e atingiu a criança, um rapaz de 12 anos, conhecido por "Canigia", filho de um dos dois alegados assaltantes, que veio a falecer depois de transportado para o Hospital de Santa Maria.A polícia terá então encontrado, no banco traseiro da viatura, munições de caçadeira e uma arma de calibre 6.35.Os dois indivíduos, ambos com cerca de 30 anos, passaram a noite em instalações da GNR de Loures e foram hoje presentes ao juiz, pelas 10h00, no Tribunal de Loures.O ministro da Administração Interna ordenou já à Inspecção-Geral de Administração Interna a instauração de um processo para averiguar o incidente.
MAI ordenou inquérito ao incidente que vitimou criança de 12 anos.
António Carrapato-Publico

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Explosivos/Douro: Buscas da GNR no rio terminaram com a recolha de cerca de 60 quilos de explosivos.


2008-08-06 12:52:10
Lisboa, 06 Agt (Lusa) - A recolha de explosivos no leito do rio Douro, junto a Entre-os Rios, "terminou à poucos minutos, cerca do meio-dia" disse hoje à Lusa fonte do comando de operações da Guarda Nacional Republicana (GNR).
"Foram recolhidos cerca de 60 quilos de diferentes tipos de explosivos", disse à Lusa o comandante do serviço de inactivação de explosivos da GNR, Hélder Barros.
As equipas de mergulhadores da Unidade Especial Subaquática pertencentes ao Grupo de Protecção Intervenção e Socorro (GIPS) deram por concluídos os trabalhos de recolha do leito do rio, cerca das 11:45 minutos, afirmou o tenente-coronel António Paixão, comandante desta unidade.
Os acessos às margens ainda estão condicionados ao público até à conclusão dos trabalhos de inactivação dos cartuchos, que contêm pólvora utilizada em fogos de pirotecnia, explicou o capitão Hélder Barros.
"A GNR vai inactivar todos os cartuchos recolhidos, num local perto do rio", e em princípio ao final do dia "está concluída a operação", disse o capitão.
O oficial da Guarda recusou-se fornecer o fabricante dos explosivos, apesar de já ter sido identificada a sua proveniência, alegando que "decorrem as investigações no terreno".
O rebentamento dos cartuchos contendo diferentes tipos de pólvora estão a ser detonados num buraco perto do local do achamento, através de um processo de descarga eléctrica, disse ainda o capitão Barros.
"O material encontrado é instável e perigoso, porque alterou-se em contacto com a água", pelo que o militar apela à população para não mexer nos cartuchos, caso encontrem algum, e chamarem de imediato a GNR.
Os explosivos foram encontrados terça-feira de manhã por um pescador no rio Douro, junto à Ponte Nova de Entre-os Rios.
A recolha de explosivos pirotécnicos, que tinham o rótulo de um fabricante, foi interrompida às 20:30 de terça-feira e retomada às 06:30 de hoje.
MPC.
Lusa/fim

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Tiros contra GNR

Um carpinteiro de 34 anos alvejou ontem uma casa, em Ovar, por volta da 1h30, com vários tiros de caçadeira e, quando chegou a GNR, atirou sobre os militares.
Bruno Almeida e Márcia Rodrigues estavam a ver televisão quando ouviram os disparos. Nem se atreveram a sair e chamaram a GNR.
Poucos minutos depois, quando falavam com os militares, à porta, o vizinho voltou a abrir fogo sobre a casa e sobre eles, e só por milagre não houve feridos.
"Não acredito que o alvo fossemos nós, porque somos amigos desde crianças", garante Márcia Rodrigues que, tal como outros vizinhos da rua dos Moliceiros, acredita que o destino dos tiros fosse um carro que estava estacionado ao lado da casa do.
O marido concorda, recordando que até foi o suspeito, conhecido por ‘Zé Ceifão’, que lhes fez os serviços de carpintaria em casa. "É uma jóia de moço, mas quando bebe uns copos fica descontrolado", disse Bruno.
Terá sido isso que aconteceu sábado à noite, quando se juntou com uns amigos para a "habitual tainada" no snack-bar Apeadeiro. "Ele bebeu dois copos e começou a desconversar e pedimos para ele ter calma e ir embora", explicam alguns dos clientes.
Já pela 1h30, ‘Zé Ceifão’ chegou a casa e desatou aos tiros. Primeiro contra a casa dos vizinhos e depois em direcção dos militares da GNR que tomavam conta da ocorrência.
Os militares à civil do Núcleo de Investigação Criminal e a patrulha abrigaram-se atrás do muro, vestiram os coletes à prova de bala e dispararam dois tiros de G3 para o ar, levando o suspeito refugiar-se em casa, onde acabou por ser detido, sem oferecer resistência.
"Quando a GNR chegou, estávamos a falar ao portão. Ele disparou novamente e só não nos atingiu por milagre", explicam Márcia e Bruno.
A troca de tiros obrigou à mobilização para o local de vários militares da GNR e agentes da PSP.
PORMENORES
SUSTO
Um popular que ali passava não ganhou para o susto. De um lado, ouviu a GNR a gritar-lhe "mãos ao ar" e, do outro, ‘Zé Ceifão’ lançou-lhe uma ameaça "não se mexa se não mato-o". Acabou por escapar ileso do incidente que abalou a paz do bairro de Ovar.
CAÇADEIRAS
Quando entraram em casa para o deter o suspeito, este acabou por não oferecer qualquer resistência aos militares da GNR que lhe apreenderam três armas de fogo, nomeadamente caçadeiras. O risco da operação obrigou ao uso de coletes à prova de bala.
PACÍFICO
Na vizinhança todos garantem que o suspeito é uma pessoa pacífica. Os próprios donos da casa que alvejou tinham--no contratado para fazer trabalhos de carpintaria na sua residência. Dizem que ‘Zé Ceifão’ se altera quando bebe uns copos.
Francisco Manuel-correio da manhã.
VIROU MODA AMIGOS!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

GNR mata idoso e foge sem prestar ajuda


Um militar da GNR de Coimbra é suspeito de ter colhido mortalmente um homem, de 72 anos, que seguia de mota com a nora e uma bebé de um mês, tendo fugido.
O acidente ocorreu no dia 14 de Julho, às 21h30, na Estrada Nacional 111, que liga Coimbra à Figueira da Foz. A vítima, Joaquim Serafino, transportava a nora e a neta recém-nascida –que sofreram apenas escoriações. Atrás, de bicicleta, seguia Carlos Serafino, filho de Joaquim e pai da menina.
O GNR , de 50 anos, estava à civil, ao volante da sua viatura particular. De início, negou estar envolvido no acidente, mas, ao ser confrontado, confessou.
Continua ao serviço da brigada nº 5 da GNR, mas está a ser alvo de um processo disciplinar, podendo ser expulso da instituição.
Foi a própria GNR, através dos elementos da investigação criminal de acidentes rodoviários da Brigada de Trânsito, que re-colheu dados e provas que poderão incriminar o militar.
O Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra abriu um inquérito ao caso, podendo o Ministério Público vir a acusar o GNR de homicídio negligente e omissão de auxílio.
Joaquim Serafino era reformado dos serviços municipalizados de Coimbra e deixa seis filhos, um dos quais uma mulher de 37 anos, com elevado grau de deficiência e muito dependente. Alice Cheganças, a viúva, pede "justiça".

terça-feira, 29 de julho de 2008

Guardas heróis salvam meninas

Quatro militares da equipa ciclo da GNR de Esmoriz, Ovar, salvaram duas adolescentes de morrerem afogadas numa praia não vigiada em Cortegaça. No sábado à tarde, dois dos militares lançaram-se à água, enquanto os outros dois pediam os meios de socorro e alertavam o nadador salvador da praia ao lado. "Foi instintivo, nem pensámos em mais nada, a não ser em salvar as meninas", explica o chefe de equipa Paulo Sabença, recusando o título de heróis.
A equipa ‘bike’ estava junto à praia, quando ouviu os gritos de socorro das duas jovens de 12 e 14 anos. No pequeno areal encontravam-se também vários populares, entre eles pescadores, mas o mar estava de tal forma agitado que ninguém se atreveu a lançar-se à água, enquanto as vítimas eram arrastadas pela corrente.
"É daquelas alturas em que não temos tempo para pensar. Eu e o soldado Almeida descemos pelas rochas em direcçãoao mar, enquanto os restantes dois elementos, o outro Almeida e o Martins, accionaram os meios", explica Paulo Sabença.
Após inúmeros saltos por cima das enormes pedras que protegem a costa da erosão marítima, chegaram ao areal. "Rapidamente tirámos os pólos, as armas, e lançamo-nos à água, nadando em direcção às vítimas que cada vez se afastavam mais da costa", recorda.
Os meios de socorro chegaram rápido, mas as duas jovens já estavam sãs e salvas. "Não somos heróis. Fizemos apenas o que tínhamos a fazer", afirmam estes quatro guardas que no Inverno prestam serviço nos DestacamentosTerritoriaisde Gouveia, Coimbra e Lousã. Apesar de esta acção sair dos parâmetros normais da sua missão, os militares sublinham que nem sequer pensaram que estavam a colocar a sua própria vida em risco.
Todos molhados, montaram nas bicicletas e pedalaram até ao posto da GNR "com a sensação de dever cumprido, nada mais", porque, sublinham, a missão da guarda "também é proteger a vida humana".
PORMENORES
QUATRO ELEMENTOS
Esta equipa é composta por quatro elementos da GNRque sacrificam o Verão junto da família para montar nas bicicletas e patrulhar as praias de Esmoriz e de Cortegaça.
ANTIGUIDADE
O cabo Paulo Sabença é o chefe de equipa e também o mais antigo nestas andanças. Integra estas equipas desde 2003, enquanto o soldado Florival Almeida o faz há quatro anos e os soldados António Almeida e Sérgio Martins se estreiam este ano.
Francisco Manuel-Correio da Manhã

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Segurança: GNR e PSP podem disparar em legítima defesa ou de outras pessoas - Rui Pereira

2008-07-28 21:06:17
Faro, 28 Jul (Lusa) - O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, garantiu hoje, em Faro, que os militares da GNR e os agentes da PSP "podem efectuar disparos em sua legítima defesa ou de outras pessoas".
O governante comentava, assim, críticas segundo as quais os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) e os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) estão impedidos de disparar sobre os pneus de veículos em fuga, por recomendação da Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI).
Rui Pereira falava à margem da inauguração da nova esquadra da PSP no Aeroporto Internacional de Faro, uma obra que substitui as instalações provisórias existentes há 42 anos.
Há dez dias, a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia e a Associação dos Profissionais da Guarda consideraram que a recomendação da IGAI acerca do uso de armas em perseguições policiais poderia inibir os agentes de disparar em legítima defesa.
A recomendação da IGAI teve lugar depois da morte de um rapaz de 25 anos, que a 05 deste mês não parou numa operação stop em Gondomar, tendo sido alvejado na cabeça durante uma perseguição automóvel movida pela GNR.
Em resposta, o intendente Pedro Neto Gouveia, da PSP, assegurou que o recurso a armas de fogo por parte dos agentes já fora objecto de uma recomendação da IGAI em 2005.
"O parecer da IGAI data de 2005, mas, em função do episódio de Gondomar, o inspector-geral pode ter optado por fazer novo despacho", declarou Neto Gouveia na sede da Direcção Nacional da PSP, em Lisboa.

JMP/TQ.
Lusa/Fim

sábado, 26 de julho de 2008

Lisboa. Recusou-se a lavar pratos e a limpar o chão da cozinha do Regimento de Infantaria da GNR. Um agente de 24 anos enfrenta, por isso, um processo-crime por ter desobedecido a um superior hierárquico. Noutra instituição só enfrentaria um processo disciplinar. Na GNR a justiça é militar
Um agente da GNR, de 24 anos, foi alvo de um processo-crime, instaurado pela instituição, por se ter recusado a lavar os pratos e a limpar o chão da cozinha no Regimento de Infantaria, em Lisboa. Ao afirmar que ingressou naquela força de segurança para realizar outro tipo de serviços, que não aquele, um oficial constituiu--o arguido, com o termo de identidade e residência (TIR), e enviou o auto de notícia para o Ministério Público que vai agora avançar com a investigação. O porta-voz do Comando-Geral da GNR disse ao DN ter tido conhecimento apenas de um processo disciplinar ontem aberto."Não entendemos nem aceitamos que sejam impostas faxinas a agentes da segurança pública e que, perantea preservação da sua dignidade, se pretenda punir desta forma, como se de criminosos se tratasse. Certamente que o cidadão não entenderá porque é que, face ao aumento substancial dos índices de criminalidade, existem polícias dentro de uma cozinha a lavar pratos."Esta foi a reacção da Associação dos Profissionais da Guarda - APG/GNR perante aquele processo--crime. Segundo José Manageiro, presidente desta entidade, "outros profissionais, com o receio de represálias por parte dos superiores hierárquicos, têm aceitado e realizado este tipo de tarefas".Neste caso, trata-se de um jovem de 24 anos, novo na profissão, mais corajoso, que terá manifestado a sua indisponibilidade para se submeter ao "vexame e à humilhação de fazer a faxina quando havia aderido à instituição com outras expectativas. Se quisesse lavar pratos teria ido trabalhar para um hotel". Este tipo de atitude consubstanciou uma desobediência a um superior hierárquico. Numa outra instituição pública daria aso, eventualmente, a um processo disciplinar. Mas, a GNR tem natureza militar, estando sujeita ao código de justiça militar. Uma desobediência é considerada crime, mesmo em tempo de paz (ver caixa). Agora, cabe ao MP averiguar se, de facto, foi praticado um crime e, no caso afirmativo, deduzir acusação e enviar para julgamento. Segundo José Manageiro, a "APG/GNR há já muito que tem vindo a exigir a revogação de normas e regulamentos inspirados nos moldes do Estado Novo, entre os quais se encontra o actual Regulamento Geral de Serviço".Conforme explicou, "nos termos do Estatuto em vigor, o profissional da Guarda é agente da força pública e de autoridade e órgão de polícia criminal, fiscal e aduaneira. Em lugar algum, no rol das funções que lhe são acometidas, está prevista a realização de faxinas ou de outras tarefas igualmente indignas de agentes da segurança pública".O agente arguido está integrado no Regimento de Cavalaria. Tal como ele, também outros são escalados para fazer faxina no Regimento de Infantaria. Já vários ministros da Administração Interna, nomeadamente o anterior, António Costa, têm vindo a defender que os polícias são para andar na rua. Mas, pelos vistos, tudo permanece na mesma.O porta-voz do Comando-Geral da GNR, tenente-coronel Costa Lima, disse, ao DN, ter tido conhecimento da instauração de um processo disciplinar, sem, contudo, negar a existência do processo-crime.


Diario de Noticias - 25-07-2008


Mais uma verdadeira Palhaçada, ninguem vê isto, Guardas Faxineiros!