Polícia Judiciária foi avisada por industrial e montou cilada apanhando o militar ainda com as notas.A PJ de Braga deteve, no passado sábado, um elemento da GNR de Barcelos por corrupção. O militar terá pedido 200 euros para livrar de uma multa um industrial, que comunicou o caso à Polícia.
O caso teve o seu desfecho no passado sábado, com a detenção do militar, de cerca de 30 anos e a prestar serviço na GNR de Barcelos, mas tivera início dias antes, com uma participação efectuada à Polícia Judiciária de Braga por um industrial também da zona de Barcelos.
O referido empresário tinha sido multado e estava obrigado a pagar uma multa cujo montante não foi possível ao JN determinar. O militar terá tido conhecimento da situação, prontificando-se a "tratar do caso". Isto se o infractor lhe entregasse a quantia de 200 euros. Poupava incómodo, gastos e, eventualmente, uma apreensão da carta de condução.
O industrial, aparentemente interessado, não teve dúvidas em pegar no caso e passá-lo de imediato para as mãos das autoridades, designadamente à Polícia Judiciária que, a partir de então, passaria a gerir o caso e a gizar um plano para deter o elemento da GNR. Para o efeito, foi crucial a colaboração do empresário extorquido.
O estratagema escolhido já foi usado vezes sem conta: o empresário fingiu-se interessado na proposta e combinou um encontro com o militar, no qual supostamente lhe entregaria a quantia acordada para que este o livrasse da multa.
Só que, nessa ocasião, todos os seus movimentos eram, já determinados pelos inspectores da Polícia Judiciária que o seguiam de muito perto.
Quando o encontro aconteceu e o dinheiro, previamente marcado, foi entregue, a "armadilha" fechou-se e o militar foi detido em flagrante delito, ainda com as "notas do crime" em seu poder. Este é, ao que o JN conseguiu apurar o único caso de alegada corrupção em que o militar aparece envolvido, até ao momento.
Todo o desenrolar do caso foi do conhecimento e acompanhado a par e passo pela hierarquia da GNR, informada pela Polícia Judiciária, como é normal neste tipo de situações.
O militar foi já submetido a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado sujeito á medida de coacção de apresentações semanais na autoridade da sua área de residência. Internamente, o arguido será alvo de um processo disciplinar e, eventualmente, suspenso de funções até que o caso termine a sua tramitação judicial.
O caso teve o seu desfecho no passado sábado, com a detenção do militar, de cerca de 30 anos e a prestar serviço na GNR de Barcelos, mas tivera início dias antes, com uma participação efectuada à Polícia Judiciária de Braga por um industrial também da zona de Barcelos.
O referido empresário tinha sido multado e estava obrigado a pagar uma multa cujo montante não foi possível ao JN determinar. O militar terá tido conhecimento da situação, prontificando-se a "tratar do caso". Isto se o infractor lhe entregasse a quantia de 200 euros. Poupava incómodo, gastos e, eventualmente, uma apreensão da carta de condução.
O industrial, aparentemente interessado, não teve dúvidas em pegar no caso e passá-lo de imediato para as mãos das autoridades, designadamente à Polícia Judiciária que, a partir de então, passaria a gerir o caso e a gizar um plano para deter o elemento da GNR. Para o efeito, foi crucial a colaboração do empresário extorquido.
O estratagema escolhido já foi usado vezes sem conta: o empresário fingiu-se interessado na proposta e combinou um encontro com o militar, no qual supostamente lhe entregaria a quantia acordada para que este o livrasse da multa.
Só que, nessa ocasião, todos os seus movimentos eram, já determinados pelos inspectores da Polícia Judiciária que o seguiam de muito perto.
Quando o encontro aconteceu e o dinheiro, previamente marcado, foi entregue, a "armadilha" fechou-se e o militar foi detido em flagrante delito, ainda com as "notas do crime" em seu poder. Este é, ao que o JN conseguiu apurar o único caso de alegada corrupção em que o militar aparece envolvido, até ao momento.
Todo o desenrolar do caso foi do conhecimento e acompanhado a par e passo pela hierarquia da GNR, informada pela Polícia Judiciária, como é normal neste tipo de situações.
O militar foi já submetido a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado sujeito á medida de coacção de apresentações semanais na autoridade da sua área de residência. Internamente, o arguido será alvo de um processo disciplinar e, eventualmente, suspenso de funções até que o caso termine a sua tramitação judicial.
O VERDADEIRO JULIO CORRUPTO!


4 comentários:
Este devia ser expulso, conseguiu denegrir o nome de 26.000 militares da gnr que servem com brio esta instituição.
Infelizmente continua haver maçãs podres no meio, mas acontece em todas as profissões claro que por ser agente o assunto é empolgado pela comunicação social, não querendo servir de desculpa mas vejamos, um assaltante rouba e atira com arma ilegal fica em liberdade horas após os crimes,com o sobejamente conhecido termo de identidade e residência, politicos e afins roubam aos milhões nada lhes acontece, o guarda recebe 200euros é logo acusado de corrupção e ainda passa o fim de semana nos calabouços...é triste se não fosse tão sério ainda dava vontade de rir com o rumo que o País leva...
Cumprimentos Lucas
nesse ninho esse sr., da familia dos "mamuje", não é o unico, infelizmente.
há lá uma escola da mangueira, mas aos poucos eles vão caíndo na armadilha...
para além de (alguns)corruptos sem vergonha ainda são burros...ou direi CAVALOS?.... mas essa é outra história...
ainda por cima nas barbas do cmdt de dter...
é correr com essa cambada de aproveitadores e desistabilizadores...
ASS: cobra capelo
este episódio é de facto censurável, mais uma maçã podre, mas falando em peixe acho que estamos perante um jaquinzito ou uma petinga, então e o peixe graúdo, ninguém tem coragem para o pescar? falo daqueles que lesam a Instituição em milhares, onde é que está a coragem e os homens de tomates para pescarem estes peixes ???? ...
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