quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Postos da GNR com apenas um militar de serviço durante a noite.


Na maior parte dos postos da GNR no distrito de Santarém não há efectivos para fazer o patrulhamento mínimo. Em muitas noites há apenas um militar de serviço nas instalações para receber as queixas e se existe uma ocorrência em que é imprescindível a presença de uma patrulha de ocorrências tem que se procurar uma que esteja disponível noutros postos vizinhos.
Nos concelhos da Chamusca e da Golegã, há turnos nocturnos que não têm pessoal suficiente e as duas zonas são patrulhadas apenas por dois homens enquanto nos respectivos postos fica apenas um militar para guardar as instalações, receber queixas e atender os telefones. O que está a acontecer contraria as regras de segurança estabelecidas.
A falta de viaturas é outro problema. O posto da Chamusca tem apenas um carro que estava adstrito ao programa “Escola Segura”. Muitos dos postos, têm viaturas antigas com muitos quilómetros percorridos e que já não garantem uma resposta rápida em caso de uma ocorrência grave.
O posto do Tramagal, concelho de Abrantes, chega a ficar responsável, simultaneamente, pelo policiamento daquela freguesia e ainda da de S. Facundo e do concelho de Constância. Neste período de Verão a situação agrava-se porque alguns militares estão de férias e outros são retirados para prestar serviço no Centro Distrital de Operações de Socorro em Tomar por causa dos incêndios florestais e da vigilância das matas que está sob a coordenação da GNR.
O MIRANTE enviou um fax para o comandante do grupo territorial da GNR, tenente-coronel Vítor Lucas, a solicitar mais explicações sobre esta situação, mas não foi dada qualquer resposta.

SÓ É PENA SER ASSIM EM TODO O TERRITORIO NACIONAL, POSTOS COM 20 HOMENS E NÃO APENAS EM SANTAREM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Três GNR foram agredidos a soco

Loulé: Noite violenta com agressões a militares e dois homens esfaqueados.


Foi uma noite violenta a de sábado para domingo no concelho de Loulé. Primeiro, na cidade, três militares da GNR foram agredidos a soco quando responderam a uma situação de pancadaria no Salão de Festas da cidade. Depois, em Quarteira, dois homens foram ao posto da Guarda depois de serem esfaqueados em Vilamoura .
Eram 02h00 quando a patrulha da GNR se dirigiu ao Salão de Festas de Loulé. Ao lá chegar, depararam-se com cerca de 50 pessoas envolvidas numa zaragata.
"Tudo começou com um pedido de um cigarro", contou ao CM Ludgero Sousa, que com o pai, Guilherme, organizou a festa. "Quando a autoridade chegou, a situação ficou complicada", continua Ludgero, referindo que "um dos agentes foi agredido com um soco num olho e ficou com um corte, outro também levou um soco num olho e o terceiro rasgaram-lhe a farda". Na altura, também a viatura da GNR foi alvo de vandalismo.
Os dois militares agredidos receberam tratamento hospitalar. O que sofreu um corte perto da vista, teve de ser suturado com três pontos. Tanto este militar como o outro GNR agredido a soco encontram-se de baixa.
Os autores das agressões serão quatro indivíduos já referenciados pela Guarda. Na altura, no entanto, ninguém foi identificado. O caso está a ser investigado, disse ao CM fonte da GNR. A situação só viria a acalmar com a chamada de reforços para o local.
ESFAQUEADOS EM QUARTEIRA
Dois indivíduos esfaqueados entraram no posto da GNR de Quarteira, por volta das 07h30 da manhã, dizendo que tinham sido alvo de facadas na zona do Largo das Estrela, em Vilamoura. Um dos homens tinha sofrido sete golpes enquanto o outro foi esfaqueado por três vezes.
Segundo fonte da GNR, a meio da tarde de ontem, o homem que foi golpeado por sete vezes já tinha tido alta, o outro encontrava-se sob observação por uma das facadas o ter atingido no abdómen.
O Largo das Estrelas é uma zona de Vilamoura considerada problemática pela GNR, pela concentração de indivíduos nos diversos bares que existem no local.
CRÍTICAS DAS ASSOCIAÇÕES
Tanto a Associação de Profissionais da Guarda (APG) como a Associação Socio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) tomaram ontem posição face às agressões aos militares da GNR em Loulé.
PRISÃO PREVENTIVA
A prisão preventiva como medida de coacção para os indivíduos que agridem agentes da autoridade é uma exigência tanto de José Alho, da ASPIG, como de António Barreira, da APG. Caso contrário, existirá sempre uma sensação de impunidade.
POUCA EXPERIÊNCIA
A existência de muitos estagiários ou militares com pouca experiência ao serviço e a falta de efectivos é um dos problemas apontados por António Barreira.
JUNÇÃO PSP/GNR
José Alho propõe a junção entre PSP e GNR para que haja uma mais racional colocação dos efectivos no terreno.

João Mira Godinho

domingo, 24 de agosto de 2008

ONDE PÁRA A JUSTIÇA??? RESULTADO DO NOVO CODIGO PENAL


Emigrante atingido com três tiros à porta de discoteca.
Assassinado após discussão em festa de "karaoke".

ASSALTANTES AOS TIROS EM CAFES.


Idosa morta em assalto foi amordaçada no sofá.

CONFRONTOS EM FUNERAL.


A BANDALHEIRA EM QUE SE TRANSFORMOU O NOSSO PAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

GNR em figuração de filme que estreia em 2009


Quatro militares e duas viaturas da GNR ao serviço da EUFOR (European Union Force) na Bósnia-Herzegovina fizeram figuração para o filme «Storm», do alemão Hans-Christian Schmid, que estreia em 2009, noticia a Lusa.
Segundo fonte das Relações Públicas da GNR, o filme que está ainda a ser rodado, conta a história de um procurador do Tribunal Internacional para a ex-Jugoslávia, em Haia, que tenta persuadir uma importante testemunha a revelar o que sabe, e que poderá conduzir à prisão de uma importante Pessoa Acusada de Crimes de Guerra (PIFWC, do acrónimo inglês).
As filmagens com a participação dos militares portugueses decorreram a 9 e 10 de Agosto, em vários locais de Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegovina, e aeroporto.
A coluna em que se integram as viaturas da GNR é emboscada e o resto da história saber-se-á a partir de 2009, quando esta co-produção Alemanha-Holanda-Dinamarca estrear.
A figuração dos militares e viaturas da GNR foi feita por escolha do comando da EUFOR.
Os militares da GNR foram integrados numa IPU (Integrated Police Unit), de escalão Regimento, que é a subunidade de polícia da EUFOR.

sábado, 16 de agosto de 2008

PARA QUANDO ?????????????????

FUSÃO.
Santos Cabral considera que se perdeu oportunidade de debate O antigo director nacional da Polícia Judiciária, Santos Cabral, defende a criação de uma única polícia em Portugal que concentre os poderes dispersos por todas as forças de segurança, como por exemplo, a PJ, a GNR ou a PSP. Santos Cabral apresentou esta tese ontem ao DN, depois de considerar que a nova lei orgânica da PJ foi uma oportunidade falhada para se fazer um debate sobre a restruturação das forças policiais.Para o agora juiz do Supremo Tribunal de Justiça, é urgente concentrar a informação dividida por todos os órgãos de investigação criminal numa única polícia, sob pena de se perder a batalha contra o novo crime organizado. E para o magistrado não interessa se a nova força policial que defende fica dependente do Ministério da Administração Interna ou do Ministério da Justiça.
Apenas que concentre a informação e os investimentos contra criminosos cada vez mais preparados."Estou a pensar na criminalidade organizada, como a financeira, onde é preciso perceber quem a combate. É preciso discutir quantas polícias e que diálogo queremos", argumenta Santos Cabral, que apresenta logo de seguida a sua própria proposta. "Devíamos fazer como os austríacos, que criaram uma única polícia e que têm dado resposta muito eficaz a novos problemas, como o terrorismo". A este propósito, convém informar que até 1 de Julho de 2005, a Áustria tinha três polícias nacionais, todos na dependência hierárquica do Ministro do Interior federal. Mas diferenças entre os sistemas informáticos e a existência de três corpos de investigação criminal diferentes ditou a criação de uma força policial única.Recorde-se que não é a primeira vez que se fala da concentração das polícias em Portugal, mas até agora a discussão tinha-se centrado principalmente na junção de todas as forças sob a tutela do Ministério da Administração Interna.
DIARIO NOTICIAS

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Loures: GNR encontrou munições de caçadeira e arma de calibre 6.35 na viatura dos assaltantes.

A polícia encontrou munições de caçadeira e uma arma de calibre 6.35 no banco de trás da viatura onde ontem fugiram os dois presumíveis assaltantes de uma quinta agrícola em Santo António do Tojal, concelho de Loures, apurou o PÚBLICO junto da GNR. Na fuga, a GNR disparou sobre a viatura e baleou mortalmente uma criança de 12 anos, que seria filho de um dos indivíduos.Segundo o comandante do Grupo Territorial da GNR de Loures, tenente-coronel Cardoso Pereira, durante a perseguição foram disparados tiros para imobilizar a carrinha e um deles acertou no pneu traseiro direito da viatura, obrigando à imobilização do veículo junto à Igreja de Santo Antão do Tojal, a cerca de um quilómetro da propriedade onde começou a perseguição. Outro dos disparos entrou na viatura e atingiu a criança, um rapaz de 12 anos, conhecido por "Canigia", filho de um dos dois alegados assaltantes, que veio a falecer depois de transportado para o Hospital de Santa Maria.A polícia terá então encontrado, no banco traseiro da viatura, munições de caçadeira e uma arma de calibre 6.35.Os dois indivíduos, ambos com cerca de 30 anos, passaram a noite em instalações da GNR de Loures e foram hoje presentes ao juiz, pelas 10h00, no Tribunal de Loures.O ministro da Administração Interna ordenou já à Inspecção-Geral de Administração Interna a instauração de um processo para averiguar o incidente.
MAI ordenou inquérito ao incidente que vitimou criança de 12 anos.
António Carrapato-Publico

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Explosivos/Douro: Buscas da GNR no rio terminaram com a recolha de cerca de 60 quilos de explosivos.


2008-08-06 12:52:10
Lisboa, 06 Agt (Lusa) - A recolha de explosivos no leito do rio Douro, junto a Entre-os Rios, "terminou à poucos minutos, cerca do meio-dia" disse hoje à Lusa fonte do comando de operações da Guarda Nacional Republicana (GNR).
"Foram recolhidos cerca de 60 quilos de diferentes tipos de explosivos", disse à Lusa o comandante do serviço de inactivação de explosivos da GNR, Hélder Barros.
As equipas de mergulhadores da Unidade Especial Subaquática pertencentes ao Grupo de Protecção Intervenção e Socorro (GIPS) deram por concluídos os trabalhos de recolha do leito do rio, cerca das 11:45 minutos, afirmou o tenente-coronel António Paixão, comandante desta unidade.
Os acessos às margens ainda estão condicionados ao público até à conclusão dos trabalhos de inactivação dos cartuchos, que contêm pólvora utilizada em fogos de pirotecnia, explicou o capitão Hélder Barros.
"A GNR vai inactivar todos os cartuchos recolhidos, num local perto do rio", e em princípio ao final do dia "está concluída a operação", disse o capitão.
O oficial da Guarda recusou-se fornecer o fabricante dos explosivos, apesar de já ter sido identificada a sua proveniência, alegando que "decorrem as investigações no terreno".
O rebentamento dos cartuchos contendo diferentes tipos de pólvora estão a ser detonados num buraco perto do local do achamento, através de um processo de descarga eléctrica, disse ainda o capitão Barros.
"O material encontrado é instável e perigoso, porque alterou-se em contacto com a água", pelo que o militar apela à população para não mexer nos cartuchos, caso encontrem algum, e chamarem de imediato a GNR.
Os explosivos foram encontrados terça-feira de manhã por um pescador no rio Douro, junto à Ponte Nova de Entre-os Rios.
A recolha de explosivos pirotécnicos, que tinham o rótulo de um fabricante, foi interrompida às 20:30 de terça-feira e retomada às 06:30 de hoje.
MPC.
Lusa/fim

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Tiros contra GNR

Um carpinteiro de 34 anos alvejou ontem uma casa, em Ovar, por volta da 1h30, com vários tiros de caçadeira e, quando chegou a GNR, atirou sobre os militares.
Bruno Almeida e Márcia Rodrigues estavam a ver televisão quando ouviram os disparos. Nem se atreveram a sair e chamaram a GNR.
Poucos minutos depois, quando falavam com os militares, à porta, o vizinho voltou a abrir fogo sobre a casa e sobre eles, e só por milagre não houve feridos.
"Não acredito que o alvo fossemos nós, porque somos amigos desde crianças", garante Márcia Rodrigues que, tal como outros vizinhos da rua dos Moliceiros, acredita que o destino dos tiros fosse um carro que estava estacionado ao lado da casa do.
O marido concorda, recordando que até foi o suspeito, conhecido por ‘Zé Ceifão’, que lhes fez os serviços de carpintaria em casa. "É uma jóia de moço, mas quando bebe uns copos fica descontrolado", disse Bruno.
Terá sido isso que aconteceu sábado à noite, quando se juntou com uns amigos para a "habitual tainada" no snack-bar Apeadeiro. "Ele bebeu dois copos e começou a desconversar e pedimos para ele ter calma e ir embora", explicam alguns dos clientes.
Já pela 1h30, ‘Zé Ceifão’ chegou a casa e desatou aos tiros. Primeiro contra a casa dos vizinhos e depois em direcção dos militares da GNR que tomavam conta da ocorrência.
Os militares à civil do Núcleo de Investigação Criminal e a patrulha abrigaram-se atrás do muro, vestiram os coletes à prova de bala e dispararam dois tiros de G3 para o ar, levando o suspeito refugiar-se em casa, onde acabou por ser detido, sem oferecer resistência.
"Quando a GNR chegou, estávamos a falar ao portão. Ele disparou novamente e só não nos atingiu por milagre", explicam Márcia e Bruno.
A troca de tiros obrigou à mobilização para o local de vários militares da GNR e agentes da PSP.
PORMENORES
SUSTO
Um popular que ali passava não ganhou para o susto. De um lado, ouviu a GNR a gritar-lhe "mãos ao ar" e, do outro, ‘Zé Ceifão’ lançou-lhe uma ameaça "não se mexa se não mato-o". Acabou por escapar ileso do incidente que abalou a paz do bairro de Ovar.
CAÇADEIRAS
Quando entraram em casa para o deter o suspeito, este acabou por não oferecer qualquer resistência aos militares da GNR que lhe apreenderam três armas de fogo, nomeadamente caçadeiras. O risco da operação obrigou ao uso de coletes à prova de bala.
PACÍFICO
Na vizinhança todos garantem que o suspeito é uma pessoa pacífica. Os próprios donos da casa que alvejou tinham--no contratado para fazer trabalhos de carpintaria na sua residência. Dizem que ‘Zé Ceifão’ se altera quando bebe uns copos.
Francisco Manuel-correio da manhã.
VIROU MODA AMIGOS!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

GNR mata idoso e foge sem prestar ajuda


Um militar da GNR de Coimbra é suspeito de ter colhido mortalmente um homem, de 72 anos, que seguia de mota com a nora e uma bebé de um mês, tendo fugido.
O acidente ocorreu no dia 14 de Julho, às 21h30, na Estrada Nacional 111, que liga Coimbra à Figueira da Foz. A vítima, Joaquim Serafino, transportava a nora e a neta recém-nascida –que sofreram apenas escoriações. Atrás, de bicicleta, seguia Carlos Serafino, filho de Joaquim e pai da menina.
O GNR , de 50 anos, estava à civil, ao volante da sua viatura particular. De início, negou estar envolvido no acidente, mas, ao ser confrontado, confessou.
Continua ao serviço da brigada nº 5 da GNR, mas está a ser alvo de um processo disciplinar, podendo ser expulso da instituição.
Foi a própria GNR, através dos elementos da investigação criminal de acidentes rodoviários da Brigada de Trânsito, que re-colheu dados e provas que poderão incriminar o militar.
O Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra abriu um inquérito ao caso, podendo o Ministério Público vir a acusar o GNR de homicídio negligente e omissão de auxílio.
Joaquim Serafino era reformado dos serviços municipalizados de Coimbra e deixa seis filhos, um dos quais uma mulher de 37 anos, com elevado grau de deficiência e muito dependente. Alice Cheganças, a viúva, pede "justiça".