
Na maior parte dos postos da GNR no distrito de Santarém não há efectivos para fazer o patrulhamento mínimo. Em muitas noites há apenas um militar de serviço nas instalações para receber as queixas e se existe uma ocorrência em que é imprescindível a presença de uma patrulha de ocorrências tem que se procurar uma que esteja disponível noutros postos vizinhos.
Nos concelhos da Chamusca e da Golegã, há turnos nocturnos que não têm pessoal suficiente e as duas zonas são patrulhadas apenas por dois homens enquanto nos respectivos postos fica apenas um militar para guardar as instalações, receber queixas e atender os telefones. O que está a acontecer contraria as regras de segurança estabelecidas.
A falta de viaturas é outro problema. O posto da Chamusca tem apenas um carro que estava adstrito ao programa “Escola Segura”. Muitos dos postos, têm viaturas antigas com muitos quilómetros percorridos e que já não garantem uma resposta rápida em caso de uma ocorrência grave.
O posto do Tramagal, concelho de Abrantes, chega a ficar responsável, simultaneamente, pelo policiamento daquela freguesia e ainda da de S. Facundo e do concelho de Constância. Neste período de Verão a situação agrava-se porque alguns militares estão de férias e outros são retirados para prestar serviço no Centro Distrital de Operações de Socorro em Tomar por causa dos incêndios florestais e da vigilância das matas que está sob a coordenação da GNR.
O MIRANTE enviou um fax para o comandante do grupo territorial da GNR, tenente-coronel Vítor Lucas, a solicitar mais explicações sobre esta situação, mas não foi dada qualquer resposta.
Nos concelhos da Chamusca e da Golegã, há turnos nocturnos que não têm pessoal suficiente e as duas zonas são patrulhadas apenas por dois homens enquanto nos respectivos postos fica apenas um militar para guardar as instalações, receber queixas e atender os telefones. O que está a acontecer contraria as regras de segurança estabelecidas.
A falta de viaturas é outro problema. O posto da Chamusca tem apenas um carro que estava adstrito ao programa “Escola Segura”. Muitos dos postos, têm viaturas antigas com muitos quilómetros percorridos e que já não garantem uma resposta rápida em caso de uma ocorrência grave.
O posto do Tramagal, concelho de Abrantes, chega a ficar responsável, simultaneamente, pelo policiamento daquela freguesia e ainda da de S. Facundo e do concelho de Constância. Neste período de Verão a situação agrava-se porque alguns militares estão de férias e outros são retirados para prestar serviço no Centro Distrital de Operações de Socorro em Tomar por causa dos incêndios florestais e da vigilância das matas que está sob a coordenação da GNR.
O MIRANTE enviou um fax para o comandante do grupo territorial da GNR, tenente-coronel Vítor Lucas, a solicitar mais explicações sobre esta situação, mas não foi dada qualquer resposta.
SÓ É PENA SER ASSIM EM TODO O TERRITORIO NACIONAL, POSTOS COM 20 HOMENS E NÃO APENAS EM SANTAREM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!







