A polícia encontrou munições de caçadeira e uma arma de calibre 6.35 no banco de trás da viatura onde ontem fugiram os dois presumíveis assaltantes de uma quinta agrícola em Santo António do Tojal, concelho de Loures, apurou o PÚBLICO junto da GNR. Na fuga, a GNR disparou sobre a viatura e baleou mortalmente uma criança de 12 anos, que seria filho de um dos indivíduos.Segundo o comandante do Grupo Territorial da GNR de Loures, tenente-coronel Cardoso Pereira, durante a perseguição foram disparados tiros para imobilizar a carrinha e um deles acertou no pneu traseiro direito da viatura, obrigando à imobilização do veículo junto à Igreja de Santo Antão do Tojal, a cerca de um quilómetro da propriedade onde começou a perseguição. Outro dos disparos entrou na viatura e atingiu a criança, um rapaz de 12 anos, conhecido por "Canigia", filho de um dos dois alegados assaltantes, que veio a falecer depois de transportado para o Hospital de Santa Maria.A polícia terá então encontrado, no banco traseiro da viatura, munições de caçadeira e uma arma de calibre 6.35.Os dois indivíduos, ambos com cerca de 30 anos, passaram a noite em instalações da GNR de Loures e foram hoje presentes ao juiz, pelas 10h00, no Tribunal de Loures.O ministro da Administração Interna ordenou já à Inspecção-Geral de Administração Interna a instauração de um processo para averiguar o incidente. MAI ordenou inquérito ao incidente que vitimou criança de 12 anos.
António Carrapato-Publico


3 comentários:
Acho que vai sendo tempo e acabar com esta palhaçada, não se respeitam as autoridades, só pára quem lhe apetece, quem não quer parár não pára e esta tudo bem.
Conclusão o guarda agora é que está f...d...do porque a nossa justiça é branda e caiu no rudiculo, já é tempo de nesta situação quem a provocou ser responsabilizado, pois foram os ciganos que levaram a que isto acontecesse, ao levarem uma criança para um assalto, se fossem esses criminosos a matar um guarda não tinha mal nenhum.
Quem ve as noticias pensa que o militar foi matar a criança dento de um jardim de infancia, mas não matou alguem que fazia parte de um conjunto de individuos que andavam apraticar furtos armados.
os dois ciganos é q deveriam ser acusados do que aconteceu pois eles é q o motivaram tivessem parado.
Os criminosos apercebem-se que ficam em pune, é este pais que os nossos governantes querem, pena é que a eles nada aconteça, porque tem lá o ze guardilha a defendê-los, se para os defender o guarda matar alguem de certo q não lhe ira acontecer nada.
Rapaziada as pessoas de bem que me perdoem, mas deixai roubar tudo, porque trabalhar assim não dá, vamos continuar a fingir q somos autoridade, mas despidos dela, ja é tempo de ver contemplado no codigo penal em particular estas situações cometidas no decurso do serviço a bem da justiça e do povo e não sermos acusados de homicidio como se voluntariamente tivesse sido cometido. Este militar a ser expulso vai ganhara vida a fazer o quê?? sr.s governantes este homem não cometeu nenhum crime, não era ele q andava a roubar, o controverso de ser autoridade provocou esta situação. Reagir em segundos é muito dificil, exarar inqueritos sentado no ministerio é mt facil sr. rui pereira!
tem razão sr. anónimo: há dias em que apetece baixar os braços e deixar roubar, virar a cara pó lado e deixar ir. Mas há sempre algo mais forte que nós que nos leva a por a vida em perigo pelos bens alheios de terceiros; algo que nos incita a cumprir um dever. Dever esse tão solenemente jurado na praça do império, mas depois vemos os compatriotas contra os elementos que os defendem e protegem muitas vezes 24 horas por dia. Chega...
DEIXEM ROUBAR...
Ass: romano a quem um brigadeiro disse:"não vás pá guarda"
Concordo em absoluto.
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