Um militar da GNR de Coimbra é suspeito de ter colhido mortalmente um homem, de 72 anos, que seguia de mota com a nora e uma bebé de um mês, tendo fugido.
O acidente ocorreu no dia 14 de Julho, às 21h30, na Estrada Nacional 111, que liga Coimbra à Figueira da Foz. A vítima, Joaquim Serafino, transportava a nora e a neta recém-nascida –que sofreram apenas escoriações. Atrás, de bicicleta, seguia Carlos Serafino, filho de Joaquim e pai da menina.
O GNR , de 50 anos, estava à civil, ao volante da sua viatura particular. De início, negou estar envolvido no acidente, mas, ao ser confrontado, confessou.
Continua ao serviço da brigada nº 5 da GNR, mas está a ser alvo de um processo disciplinar, podendo ser expulso da instituição.
Foi a própria GNR, através dos elementos da investigação criminal de acidentes rodoviários da Brigada de Trânsito, que re-colheu dados e provas que poderão incriminar o militar.
O Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra abriu um inquérito ao caso, podendo o Ministério Público vir a acusar o GNR de homicídio negligente e omissão de auxílio.
Joaquim Serafino era reformado dos serviços municipalizados de Coimbra e deixa seis filhos, um dos quais uma mulher de 37 anos, com elevado grau de deficiência e muito dependente. Alice Cheganças, a viúva, pede "justiça".
O acidente ocorreu no dia 14 de Julho, às 21h30, na Estrada Nacional 111, que liga Coimbra à Figueira da Foz. A vítima, Joaquim Serafino, transportava a nora e a neta recém-nascida –que sofreram apenas escoriações. Atrás, de bicicleta, seguia Carlos Serafino, filho de Joaquim e pai da menina.
O GNR , de 50 anos, estava à civil, ao volante da sua viatura particular. De início, negou estar envolvido no acidente, mas, ao ser confrontado, confessou.
Continua ao serviço da brigada nº 5 da GNR, mas está a ser alvo de um processo disciplinar, podendo ser expulso da instituição.
Foi a própria GNR, através dos elementos da investigação criminal de acidentes rodoviários da Brigada de Trânsito, que re-colheu dados e provas que poderão incriminar o militar.
O Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra abriu um inquérito ao caso, podendo o Ministério Público vir a acusar o GNR de homicídio negligente e omissão de auxílio.
Joaquim Serafino era reformado dos serviços municipalizados de Coimbra e deixa seis filhos, um dos quais uma mulher de 37 anos, com elevado grau de deficiência e muito dependente. Alice Cheganças, a viúva, pede "justiça".


5 comentários:
Este criminoso tem mais é q ser expulso, não é digno de pertencer á instituição GNR. Militar que mancha desta forma o nome da guarda o qual devemos imacular e não humilhar deve ser severamente punido quer ao nivel disciplinar quer criminal.
Com 50 anos este militar tem idade para ter juizo, depois são os jovens que fazem asneiras! é preciso reflectir, este homem não tem condições para continuar a ser guarda, nem mais um dia vergonhosa actuação.
Pois...se calhar um acto irreflectido..fica a duvida
Têm toda a razão, pessoal. Não percebo mesmo porque ainda não está suspenso do serviço.Então não houve omissão de auxílio,no mínimo?
Estes que pedem a cabeça do camarada, devem ser os mais puros seres humanos deste país!...
Não cometem erros!
Que tal um pouco de calma.
Talvez sejam comentários de "puritanos de secretária". Tenham juizo acidentes todos estamos sujeitos, este sr. não é nenhum bárbaro de Sta comba dão.
Esse sim deveria ser expulso da instituição e quem sabe deste mundo.
Ass: romano descalço filho de brigadeiro
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