quinta-feira, 20 de novembro de 2008

GNR de Santarém fica sem patrulhas

Substituição dos cartões Galp frota impede carros-patrulha de abastecer combustível.

Os carros-patrulha de cinco destacamentos do Grupo Territorial da GNR de Santarém estiveram ‘encostados’ durante 24 horas, devido à substituição dos cartões Galp Frota que permitem os abastecimentos de combustível.
Fonte da GNR disse ao CM que, na terça-feira, muitos comandantes locais tiveram de refazer os planos de patrulhamento. "Só foram enviados carros às ocorrências.As patrulhas tiveram de ser suspensas devido à falta de combustível", referiu o informador.
O comando-geral nega que a actividade operacional do Grupo de Santarém tenha ficado afectada. "O que se passou foi a substituição dos antigos cartões Galp Frota pelos novos. De facto, algumas patrulhas foram abastecer a bombas de gasolina e, ao apresentar o cartão antigo e o novo, acabaram por não conseguir abastecer", disse ao CM o tenente-coronel Costa Lima, porta-voz da GNR, garantindo que "a situação está normalizada".
M.C. - Correio da Manhã

Onde chega a falta de competência e a desorganização!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Governo liga esquadras da PSP e GNR por banda larga


Projecto de Rede Nacional de segurança interna visa acabar com serviço policial feito por papel e fax.
http://www.rnsi.mai.gov.pt/
O Ministério da Administração Interna (MAI) criou, por despacho, a Rede Nacional de Segurança Interna (RNSI). Fonte governamental disse ao CM que o projecto já está em marcha, e visa ligar, através de banda larga informática, todos os departamentos da PSP e da GNR.
O centro de instalação do RNSI funciona num prédio do MAI, na rua Martens Ferrão, em Lisboa. Além de querer acabar "com o trabalho assente no papel e no fax", o RNSI pretende ainda disponibilizar aos cidadãos serviços como o sistema de queixa electrónica, perdidos e achados, assim como todos os sites das forças de segurança. Por fim, o MAI nega qualquer secretismo em redor do projecto, "já que o mesmo se encontra, desde o início, divulgado no site do MAI". "O Governo fiscaliza o RNSI", concluiu a mesma fonte.
M.C. - CORREIO DA MANHA.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A miseria que por aqui vai


O Sonho transforma-se em pesadelo!
Muita gente por este pais fora se pergunta como seram possiveis tantos suicidios na GNR, eu um mero patrulheiro que vivo com isto diariamente e já perdi camaradas, que fizeram patrulha comigo, e já cá não estao porque cometeram o suicidio, gostaria apenas de deixar no ar algumas perguntas:
- Já se analisaram os numeros de divorcios de elementos das forças de segurança;

- Já pararam para ver a carga horaria destes elementos da GNR, 56 Horas semanais;

- Já alguém viu qual o periodo de descanso entre turnos dos militares da Guarda, 4, 6, ou no maximo 8 horas;

- Já alguém reparou no desacompanhamento que os militares da Guarda tem por parte da instituição;

- Já alguém se preocupou com o facto de os militares apenas terem uma folga semanal ao 8º dia, e após 7 dias consecutivos com quase nenhum descanso entre turnos;

- Já alguém reparou nas condições miseraveis em que estes elementos policiais prestam serviço, com falta de efectivo, falta de condições das instalações e viaturas, com a recente responsabilização material em caso de acidente com viaturas policiais, em que o militar/agente é punido disciplinarmente e ainda obrigado a pagar a despesa causada.

- Obrigados a efectuar serviços de Faxina, algo do mais degradante para um operacional da GNR.

Havia muito mais para referir, mas chega bem para ilustrar o que vai na alma dos elementos da GNR, agora pensem qual o grau de sanidade Mental, que um Homem pode ter perante esta situação, sem incluir até o grau de risco da missão de Policia e o stress.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Militar da GNR tenta suicidar-se no posto da Mealhada


Uma militar da Guarda Nacional Republicana da Mealhada, residente na Póvoa do Loureiro, tentou suicidar-se na manhã de hoje, terça-feira, 11 de Novembro, cerca das 7h 15m, dentro das instalações do posto, junto a uma das celas, onde estava um recluso. “A militar deu um tiro nela própria com a arma de serviço. Neste momento, está em estado muito grave no Serviço de Cuidados Intensivos dos Hospitais da Universidade de Coimbra”, afirmou o Tenente Coronel Costa Lima, ao final da manhã de terça-feira.Segundo podemos apurar, os elementos do comando do Grupo Territorial de Aveiro e do Destacamento de Anadia estiveram reunidos, no posto da Mealhada, durante toda a manhã, para analisar a situação e acompanhar o estado clínico da militar.No ultimo ano têm sido várias as notícias de suicídio de agentes da autoridade. A pressão e o stress inerentes a esta profissão de risco, assim como as cargas horárias excessivas são apontados pela Associação de Profissionais da Guarda como os factores que mais podem influenciar este tipo de situações.


O fenomeno não é novo, alguém já fez alguma coisa para inverter a situação, estas situações surgem devido ao stress excessivo, á pressão da hierarquia, aos processos disciplinares sempre à espreita, a expectativa gorada de progressão na carreira, a excessiva carga horária a que os militares da Guarda estão sujeitos. Exemplo um militar que termina o seu turno ás 17 horas de hoje, entra novamente ao serviço passadas 8 horas ou seja às 01Hoo, qual é o tempo para estar com a familia? nenhum porque tem que dormir para poder estar apto a efectuar o serviço nocturno. Agora vista esta situação quase todos os dias varias semanas, a relação familiar degrada-se o apoio principal fica afectado, no serviço existe o stress e a falta de apoio hierarquico, acaba com o suicidio, uma vez que os problemas psicologicos são os mais difíceis de tratar, e por parte da GNR e do governo nada de concreto foi feito, o que os militares da GNR precisam não são linhas de apoio, são sim condiçoes de trabalho condignas, onde anda o tão falado e prometido Horario de referencia nas forças de segurança??????????????????????
Essa sim era a resposta mais eficaz, que deveria ser dada aos militares da Guarda, assim já teriam tempo para as suas vidas pessoais, e a saude psicologica iria concerteza melhorar.

sábado, 8 de novembro de 2008

Perseguição da GNR termina com três detenções e aplausos


Almada. Suspeitos ficaram retidos em fila de trânsito.
Quem na tarde de quarta-feira presenciou a perseguição da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Almada a um Audi A4, em plena variante do Feijó (Almada) à Estrada Nacional 10, descreve o episódio como "uma cena digna de filme de acção". Dois carros-patrulha ladearam a viatura no acesso à variante, sendo que uma fila de trânsito impediu os suspeitos de prosseguirem a fuga, tendo sido obrigados a parar. Os militares saíram dos veículos empunhando armas de fogo e detiveram três indivíduos de nacionalidade brasileira que ficaram sem reacção, apesar de estarem armados. Houve populares que saíram das viaturas a aplaudir a GNR.Os três homens que seguiam no interior do Audi A4, que tinha sido roubado pelo método de carjacking no Montijo, dia 1 de Outubro, são suspeitos de terem sido os autores de três assaltos a bancos na passada semana na Margem Sul, acreditando as autoridades que estariam a preparar um novo "golpe". Os suspeitos de 19, 23 e 24 anos foram entregues à Polícia Judiciária, sendo que sobre um deles pendia um "pedido de paradeiro" emitido por suspeita de assaltos a bancos e outros casos de carjacking.O grupo viria a levantar suspeitas ao ser visto por uma patrulha da GNR ao volante do Audi A4, na Charneca de Caparica. A base de dados apontou a matrícula da viatura como sendo falsa, o que desencadeou um alerta junto das várias unidades da GNR de Almada, tendo sido lançada uma autêntica "caça ao homem", que durou cerca de 15 minutos.Várias viaturas policiais convergiram no sentindo do Feijó, onde os indivíduos viriam a ser barrados por uma fila de trânsito. "Eles tentaram ultrapassar os automobilistas, mas estavam no meio de duas viaturas da GNR e não tiveram hipóteses", relatou ao DN uma testemunha, que decidiu encostar à berma quando ouviu as sirenes. "Os guardas pararam os carros no meio da via e foram para cima deles com armas", relatou. O trânsito esteve interrompido por instantes até serem consumadas as detenções, altura que vários automobilistas chegaram a sair dos carros para aplaudirem a actuação da GNR, segundo a mesma fonte: "Houve quem apitasse e batesse palmas. Foi memorável."

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Chega de prepotência e palhaçada !!

Movimento de Solidariedade contra a prepotência e Militarismo na GNR! Profissional da GNR punido com 20 dias de suspensãode funções, por se ter recusado a fazer 'faxina', iniciou cumprimento da pena
O autoritarismo e prepotência na Guarda Nacional Republicana têm prevalecido ao longo dos tempos, levando à imposição, por parte das hierarquias, de tarefas estranhas a agentes da segurança pública. É esta a mesma Instituição que obriga agentes da autoridade a servir à mesa os seus superiores hierárquicos, a efectuar faxina entre muitos outros serviços deste tipo, igualmente, impróprios de agentes da autoridade. É neste contexto que um profissional do Regimento de Cavalaria foi punido com 20 dias de suspensão, com perda de vencimento durante o mesmo período, estando, a par deste processo, a decorrer um processo-crime. O alegado “crime” / “infracção disciplinar grave” foi o facto de ter optado por defender a sua dignidade pessoal e profissional, recusando-se a efectuar faxina à cozinha do Regimento de Infantaria. Lamentavelmente foi esta a decisão do Comando da GNR. A realidade que todos conhecemos tem mostrado que algumas hierarquias consideram não existir limites para o dever de “obediência” a que estamos obrigados, independentemente do conteúdo das ordens emanadas. Estes limites tão latos do dever de obediência contrastam com os da dignidade que temos direito a reclamar, enquanto seres humanos e enquanto profissionais. É exclusivamente por este motivo que o nosso colega foi severa e injustamente punido: teve a ousadia e a coragem de o afirmar, de se recusar a executar funções que, em nada prestigiam as função dos agentes de segurança pública nem a missão dos profissionais da GNR. É tempo dos profissionais da GNR assumirem clara e definitivamente o seu papel enquanto agentes policiais, preservar a sua imagem pública e da própria Instituição.Só a unidade e solidariedade de todos poderá pôr termo a situações como esta e, sobretudo, evitar que se repitam.
ENQUANTO ESTE JOVEM MILITAR É PUNIDO, UM OUTRO MILITAR QUE GOSTA DE SER FAXINEIRO É LOUVADO PELAS BOAS SALADAS DE FRUTA E SOBREMESAS QUE FAZ!!!
HAJA DE UMA VEZ POR TODAS ALGUEM DO GOVERNO QUE PONHA COBRO A TANTA PALHAÇADA QUE SE PASSA NESTA INSTITUIÇÃO!