
Polícias só podem disparar parados.
Os elementos das forças policiais não podem disparar durante as perseguições automóveis – a não ser que os próprios agentes estejam em risco ou que a vida de terceiros possa ser afectada pelo comportamento dos fugitivos.
Esta ordem resulta de uma recomendação do inspector-geral da Administração Interna, juiz desembargador Clemente de Lima, na sequência da morte de um jovem de 25 anos baleado na cabeça por um guarda da Brigada de Trânsito, numa perseguição automóvel, em Gondomar, no início deste mês.
Esta ordem resulta de uma recomendação do inspector-geral da Administração Interna, juiz desembargador Clemente de Lima, na sequência da morte de um jovem de 25 anos baleado na cabeça por um guarda da Brigada de Trânsito, numa perseguição automóvel, em Gondomar, no início deste mês.
A actuação do militar da BT levou a Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) a determinar a imediata abertura de processos disciplinares – para verificar se houve excesso na actuação policial. Os comandos da GNR e da PSP lembram agora que os agentes incorrem em sanções se não cumprirem as determinações superiores.
José Manageiro, presidente da Associação de Profissionais da Guarda, não se espanta com a ordem – mas realça que a IGAI deve ter em conta 'as alterações do quadro social e a evolução criminal no nosso país'. Pede que o Ministério da Administração Interna reforce os meios dos agentes da autoridade, para que não precisem de recorrer ao uso das armas.
A repercussão mediática do caso levou o comandante-geral da GNR, tenente-general Nélson dos Santos, e o director nacional da PSP, Oliveira Pereira, a ordenarem que 'em perseguições motorizadas é proibido o uso de armas de fogo' – mesmo contra pneus de carros em fuga. A ordem ressalva 'as situações em que o uso da arma se destina a repelir agressão actual e ilícita que, de modo efectivo ou iminente, ameace vidas humana'.
O Comando da GNR avisa os militares de que 'devem ficar cientes de que o uso incorrecto de armas prejudica a acção policial e acarreta responsabilidades disciplinares e criminais graves'.
José Manageiro, presidente da Associação de Profissionais da Guarda, não se espanta com a ordem – mas realça que a IGAI deve ter em conta 'as alterações do quadro social e a evolução criminal no nosso país'. Pede que o Ministério da Administração Interna reforce os meios dos agentes da autoridade, para que não precisem de recorrer ao uso das armas.
A repercussão mediática do caso levou o comandante-geral da GNR, tenente-general Nélson dos Santos, e o director nacional da PSP, Oliveira Pereira, a ordenarem que 'em perseguições motorizadas é proibido o uso de armas de fogo' – mesmo contra pneus de carros em fuga. A ordem ressalva 'as situações em que o uso da arma se destina a repelir agressão actual e ilícita que, de modo efectivo ou iminente, ameace vidas humana'.
O Comando da GNR avisa os militares de que 'devem ficar cientes de que o uso incorrecto de armas prejudica a acção policial e acarreta responsabilidades disciplinares e criminais graves'.
QUATRO CASOS NO ESPAÇO DE ANO E MEIO
Desde Outubro de 2006 há a registar quatro casos em que militares da GNR da área do Grande Porto atingiram civis a tiro. No dia 3 de Outubro de 2006, um guarda fez seis disparos em direcção ao carro em que seguiam quatro jovens, sendo que um deles morreu. O militar está nesta altura a ser julgado por homicídio e arrisca a reforma compulsiva. Cinco dias depois do primeiro caso, uma perseguição policial da GNR terminou em Gaia com disparos dos militares, que feriram dois dos três ocupantes da viatura em fuga. O último caso aconteceu na madrugada do passado dia 6 de Julho. Um jovem de 25 anos não parou na operação stop da Brigada de Trânsito, alegadamente por não ter seguro do carro, e foi baleado perto de casa. A PJ investiga os quatro tiros dados.
Desde Outubro de 2006 há a registar quatro casos em que militares da GNR da área do Grande Porto atingiram civis a tiro. No dia 3 de Outubro de 2006, um guarda fez seis disparos em direcção ao carro em que seguiam quatro jovens, sendo que um deles morreu. O militar está nesta altura a ser julgado por homicídio e arrisca a reforma compulsiva. Cinco dias depois do primeiro caso, uma perseguição policial da GNR terminou em Gaia com disparos dos militares, que feriram dois dos três ocupantes da viatura em fuga. O último caso aconteceu na madrugada do passado dia 6 de Julho. Um jovem de 25 anos não parou na operação stop da Brigada de Trânsito, alegadamente por não ter seguro do carro, e foi baleado perto de casa. A PJ investiga os quatro tiros dados.
BARREIRAS SEM LAGARTAS NEM TIROS
A tarefa de capturar fugitivos afigura-se cada vez mais complicada para as forças policiais. Além da proibição dos disparos em andamento, por receio de que as balas possam fazer ricochete e atingir terceiros que nada têm a ver com a perseguição, também as barreiras policiais dependem do comportamento dos fugitivos. O uso das lagartas – sistema com lâminas colocado na estrada para furar os pneus dos veículos que atravessem a barreira – não é consensual. É recomendado que seja usado em situação de último recurso. Há cinco anos, um chefe da PSP de Lagos morreu numa barreira sem o uso de lagartas.
PORMENORES
ARMAS NÃO AJUDAM
A Associação dos Profissionais da Guarda entende que o mau estado da maioria das armas usadas pelos agentes da autoridade também contribui para que só possam ser usadas em último recurso.
EXEMPLO EM BRAGA
Exemplo é o acidente registado em Março deste ano, no quartel da GNR de Braga, em que um guarda foi alvejado na cabeça quando um colega retirava a sua arma do coldre. A perícia concluiu que a pistola estava "em muito mau estado".
Liliana Rodrigues-correio da manhã.
A tarefa de capturar fugitivos afigura-se cada vez mais complicada para as forças policiais. Além da proibição dos disparos em andamento, por receio de que as balas possam fazer ricochete e atingir terceiros que nada têm a ver com a perseguição, também as barreiras policiais dependem do comportamento dos fugitivos. O uso das lagartas – sistema com lâminas colocado na estrada para furar os pneus dos veículos que atravessem a barreira – não é consensual. É recomendado que seja usado em situação de último recurso. Há cinco anos, um chefe da PSP de Lagos morreu numa barreira sem o uso de lagartas.
PORMENORES
ARMAS NÃO AJUDAM
A Associação dos Profissionais da Guarda entende que o mau estado da maioria das armas usadas pelos agentes da autoridade também contribui para que só possam ser usadas em último recurso.
EXEMPLO EM BRAGA
Exemplo é o acidente registado em Março deste ano, no quartel da GNR de Braga, em que um guarda foi alvejado na cabeça quando um colega retirava a sua arma do coldre. A perícia concluiu que a pistola estava "em muito mau estado".
Liliana Rodrigues-correio da manhã.


11 comentários:
Pessoal das forças de segurança entreguemos as armas, porque não andarmos na rua sem elas como forma de protesto para tanta palhaçada, neste pais tem mais valor o bandido do quem o agente de autoridade, porque autoridade só de nome, somos meros peões da sociedade como se de um jogo de chadrez se tratasse.
o Governo com esta tomada de posição acaba finalmente de apelar ao anarquismo, ninguem precisa parar á ordem de um agente regulador transito, porque este não pode fazer perseguições nem dar tiros sequer nem de advertencia iniquivoca para acatamento á ordem legitima que é dada pelo agente, esses bandidos podem estar a praticar condução altamente perigosa e a por vidas em perigo, mais até secalhar doque se esivessem aos tiros, mas essa situação não é vista assim por quem analisa as situações sentado numa cadeira em lisboa.
Porque não são esses senhores que estão a observar como crianças pulam apressadamente para as bermas para não serem atropeladas, por criminosos em fuga, nem observam aquele inocentes que apenas se encontram a atravessar um cruzamento com o seu carro que custou 20.000.00 e leva com um bandido destes em cima.
O que é isto não é por vidas em perigo????????????? então e não se enquadra aqui o uso legitimo de arma?
Neste pais o criminoso é o coitadinho, porque por sorte ate nem matou ninguem na fuga, foi morto por um guarda que o viu ter a sorte de não ter morto um cidadão inocente com aquele carro "que apenas não tinha seguro" como dizem os jornalistas!
analisar a frio é mt facil decidir num segundo é impossivel um guarda é um ser humano!!!!!!!!!!!!!!
Deixai roubar tudo nada de tiros!
Quem não gostar, tem bom remédio. A porta por onde entraram está aberta.
ó palhaço essa é a converça mais baixa e propria dos idiotas q para eles ta tudo bem, quando te roubarem as coisas vai-te queixar ao padre da paroquia!!!!!!!!!
converça erro conversa
A si é que não vou com certeza. Não sabe escrever o auto da queixa e além de ser malcriado é A N A L F A B E T O.
Auto da Queixa o que é isso ???? talves Auto de Denuncia era isso que queria dizer não? este deve ser cozinheiro também!
talves não; talvez é assim que escreve
camarada auto de queixa isso era antigamente, hehehehehehehehehehe é preciso evoluir deves ser do tempo da outra senhora!
Não sou guarda. Logo não tenho de saber. OK?
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