sábado, 27 de fevereiro de 2010

GNR A PIORAR A OLHOS VISTOS


GNR usa carrinha velha para intercepções O parque automóvel do Destacamento de Trânsito da GNR do Carregado está assolado por uma vaga de avarias. Em face disso, o comando da unidade foi ontem obrigado a usar uma carrinha Iveco, que não alcança mais de 100 quilóme-tros/hora de velocidade máxima, como veículo de intercepção numa fiscalização na Auto-Estrada do Norte (A1).
A carrinha foi colocada ao quilómetro 44 da A1, sentido Sul-Norte, junto à área de serviço de Aveiras. Enquanto um automóvel descaracterizado, colocado alguns metros antes, fotografava os excessos de velocidade, a carrinha Iveco estava incumbida de sinalizar a paragem de veículos infractores e efectuar eventuais perseguições.
Ao que o CM apurou, a carrinha, não chegou a efectuar qualquer perseguição a viaturas.
O CM contactou a GNR para comentar a utilização da Iveco nesta operação, mas não obteve resposta em tempo útil.

" QUAL A CABEÇA PENSANTE QUE SE LEMBROU DE ACABAR COM A BT UMA ESTRUTUTA QUE TINHA 35 ANOS"

segunda-feira, 16 de março de 2009

EU BEM SABIA QUE NÃO ERA DESPRESTIGIO NENHUM SER MILITAR!!!

Agentes da PSP estão a pedir transferência para a GNR
Manifestação. Polícias protestaram ontem junto à residência do primeiro-ministro
Luís Maria, agente da PSP na Amadora, quer transferir-se para a GNR. Tem 42 anos, 23 de serviço e alcançando aquele desejo poderá reformar-se daqui a oito anos. Se permanecer na PSP só o conseguirá aos 62. "Esta discrepância no acesso à reforma entre as duas forças de segurança, que dependem do mesmo ministério, é obra deste governo", explicou António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), garantindo que entre os agentes da PSP aumentam dia-a-dia os pedidos de transferência para a GNR. As declarações daquele responsável aos jornalistas foram prestadas ontem junto à residência oficial do primeiro-ministro. Ali se juntou mais de uma centena de representantes dos sindicatos da PSP para protestar contra o aumento da idade da reforma e outros direitos que, segundo António Ramos, foram retirados aos agentes pelo actual Governo. "Nas últimas eleições apelámos ao voto PS, indignados com o que o PSD estava a fazer. Mas, nas próximas, o apelo vai ser diferente", garantiu.Os motivos de descontentamento dos polícias são vários. Desde logo, o facto de a PSP ter ficado equiparada à função pública, enquanto a GNR permaneceu como força de segurança paramilitar. Isto tem consequências ao nível da reforma, do sistema de saúde, da avaliação, de progressão das carreiras e de outros direitos.E a saúde é um dos pontos mais polémicos. Maria, 42 anos, polícia na Amadora, recorda que até 2006 a PSP tinha um subsistema de saúde para os agentes e família. "De repente, ficámos sem nada", disse. António Ramos garantiu ao DN que os polícias vão continuar a manifestar-se. "Até ao limite", frisou.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Lanchas rápidas da GNR são arma letal contra tráfico de droga

"Máquina! Máquina!". O grito ressoa pelo exterior e interior da embarcação e em segundos a lancha de vigilância e intercepção (LVI) salta para mais de 40 nós (pouco mais de 72 quilómetros/hora).
E saltar é mesmo o termo, uma vez que o movimento pode ser de tal forma repentino que a expressão "Máquina! Máquina" funciona como um alerta, para os mais desprevenidos se agarrarem, tal com o JN pôde comprovar nas horas que passou a bordo.
A zona de eleição para a operação deste tipo de lanchas vocacionadas para combater o tráfico de droga é o Algarve, onde tem base o Destacamento de Portimão da Brigada Fiscal da GNR. Com meios divididos por Portimão, Olhão e Vila Real as LVI, atribuídas ao Serviço Marítimo, estão acostadas em marinas e o perfil afilado faz adivinhar a velocidade e a rapidez de manobra.
No cais da marina de Portimão, na Praia da Rocha, os seis homens da tripulação afadigam-se na preparação da embarcação para sair para o mar. A atenção está virada para as águas marroquinas. O major Palhau, comandante do Grupo Fiscal, explica ao JN que as "operações da LVI são normalmente acompanhadas por militares que estão em terra, em vigilância". O oficial mais não adianta, mas é óbvia a articulação entre as lanchas e as equipas que vigiam as águas a partir de postos em terra. Os postos ainda usam a obsoleta tecnologia LAOS, enquanto não chega o novo Sistema Integrado de Vigilância de Costa (SIVIC). Mesmo assim é dessas equipas que sai a maioria dos alertas.
A embarcação evolui num mar calmo, mas ao largo, com o sol já a desaparecer, a borrasca faz-se anunciar com relâmpagos marcando a linha do horizonte.
A poucas centenas de metros navega uma outra LVI, comandada pelo comandante do destacamento, o tenente Énio Silva. "Normalmente há duas LVI a operar e outras duas em reserva, mas estes meios podem ser reforçados", adianta, explicando que a área de responsabilidade da unidade abrange toda a costa algarvia, a zona mais sensível do País.
Uma das lanchas aumenta a potência e a proa levanta, até "planar". O contacto entre o caso e a água é mínimo. A velocidade ultrapassa rapidamente os 40 nós e é preciso agarrar algum apoio para não se ser lançado borda fora.
Por volta das 19.30 horas, é o regresso à marina, mas duas horas e meia depois uma das lanchas volta a zarpar. O mar está agora mais encrespado. À saída da barra o tenente manda desligar as luzes de sinalização, numa manobra evasiva, escondendo o rumo da embarcação. Há muito olhos à espreita, em terra e no mar, e nem todos estão do lado da Lei. O patrão da lancha, o sargento-ajudante Silva, está ao leme na ponte alta, mas o frio é cortante e a água do mar salta a proa, encharcando todos. A velocidade aumenta e o casco bate agora de forma mais violenta nas ondas. É impossível estar já na ponte alta e desce-se para a cabina, onde existe outra roda de leme.
O monitor do radar concentra as atenções e um militar mostra pontos verdes que indicam a presença de outras embarcações. "Devem ser de pesca", vaticina o cabo Pedro, com 25 anos de Serviço Marítimo, iniciados ainda na antiga Guarda Fiscal. "O tempo está mau, eles [os traficantes] assim não arriscam tanto...", mas reconhece-lhes cada vez mais atrevimento.
A conversa vai ajudando a passar as horas e um dos homens lembra que, "ainda não há muito tempo", uma embarcação com droga, ao largo de Vila Real de Santo António, abalroou uma LVI. Vinha em fuga das águas espanholas e devido à cooperação estreita da Guardia Civil com a Brigada Fiscal da GNR uma lancha rápida portuguesa estava à espera do barco traficante, que acabou por ser capturado e o haxixe apreendido. Não é incomum o uso das armas de bordo - espingardas-metralhadoras G-3 e G-36 - com fogo real para fazer parar os traficantes ou para impedir reacções mais violentas.
Há duas semanas, a LVI em que navegávamos participara na intercepção, com lanchas espanholas, de um barco de traficantes. "Foi uma perseguição a mais de 40 nós", adianta o patrão.
O adversário está perto, a apenas sete horas de viagem. "Na maioria vêm de Larache [Marrocos]", diz alguém, mas naquela noite não se divisavam senão relâmpagos e ondas encrespadas. O tenente, olhando o radar, manda aproximar da costa e sobe à ponte alta munido de um intensificador de imagem, que lhe permite ver de noite. A LVI aproxima-se de pesqueiros, já com as luzes acesas, e aponta os holofotes para ver a identificação das embarcações. Nada de anormal.
Já passa das três da madrugada, quando a LVI regressa à marina. A missão está concluída, por agora, mas dentro de cinco horas tudo tem que estar pronto para uma nova saída.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Bons carros!


Isto sim são boas noticias, viaturas de categoria para melhoria do patrulhamento policial, pena que não cheguem para todo o dispositivo, mas já é um bom sinal que nem tudo sao más noticias nas forças de Segurança!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Muda-se tudo esperam-se os resultados

Lisboa, 16 Dez (Lusa) - A Brigada de Trânsito da GNR vai passar a designar-se, a partir de 01 de Janeiro, Unidade Nacional de Trânsito e a Brigada Fiscal dará origem à Unidade de Controlo Costeiro e à Unidade de Acção Fiscal.
No âmbito da regulamentação da Lei Orgânica da GNR, foi hoje publicado em Diário da República a portaria que estabelece a organização interna das unidades territoriais, especializadas, de representação e reserva da GNR e define as respectivas subunidades.
Segundo a portaria, a Unidade Nacional de Trânsito terá como responsabilidade a segurança e fiscalização rodoviária, enquanto a nova Unidade de Controlo Costeiro fará a vigilância da costa e a Unidade de Acção Fiscal terá como missão a investigação do crime fiscal e aduaneiro.
A partir de 01 de Janeiro, o Regimento de Cavalaria passará a designar-se Unidade de Segurança e Honras de Estado, que integrará o esquadrão presidencial, o grupo de honras do Estado, o grupo de Segurança, a charanga a cavalo e a banda da GNR.
A portaria estabelece também que o Regimento de Infantaria terá como designação Unidade de Intervenção, que compreende os grupos de intervenção de ordem pública, de operações especiais, de protecção e socorro e cinotécnico.
As brigadas dois, três, quatro e cinco também vão ser extintas, passando a estar organizadas em comandos territoriais, que se articulam em comando, serviços e subunidades operacionais.
Os comandos territoriais vão funcionar a nível distrital.
O porta-voz do Comando-Geral da GNR, tenente-coronel Pedro Costa Lima, disse à agência Lusa que as mudanças não se traduzem apenas numa alteração de nome, mas sim numa "descentralização dos serviços", que serão colocados "mais próximos dos cidadãos".
O responsável sublinhou que as alterações vão "ajustar a GNR às novas missões e realidades".
Costa Lima adiantou que a nível interno a instituição vai sofrer "grandes alterações", tendo em conta a transferência de efectivos.
No entanto, garantiu que o comandante-geral da Guarda pretende salvaguardar os interesses dos militares e que as alterações serão feitas para que os efectivos se sintam "integrados e motivados" com a mudança.
As transferências dos efectivos têm sido motivo de preocupação por parte das associações sócio-profissionais desta força de segurança.
O porta-voz do Comando-Geral da Guarda disse ainda que as alterações na Brigada de Trânsito só se vão efectuar após a operação de Natal e Ano Novo, a 05 de Janeiro, para não a prejudicar.
No âmbito da regulamentação da Lei Orgânica da Guarda Nacional Republicana, também hoje foi publicada uma outra portaria que estabelece as normas a que obedece a eleição dos representantes das categorias de oficiais, sargentos e guardas para o Conselho Superior da Guarda e para o Conselho de Ética, Deontologia e Disciplina da GNR, duas estruturas agora criadas.
A 27 de Novembro tinha sido publicado em Diário da República o decreto regulamentar da nova Lei Orgânica da GNR, que estabeleceu o número, as competências, a estrutura interna e o posto correspondente à chefia dos serviços directamente dependentes do Comando-Geral da Guarda Nacional Republicana.
CMP.
Lusa/Fim
FALTA AINDA O MAIS IMPORTANTE E QUE AFECTA PESSOALMENTE TODOS OS ELEMENTOS DA GUARDA, O SEU NOVO ESTATUTO MILITAES DA GUARDA, POR EXEMPLO OS NOVOS POSTOS DE GUARDA E GUARDA PRINCIPAL, POR FORÇA DA EXTINÇÃO DO POSTO SOLDADO, PARA QUANDO??, JÁ DESDE 2007 QUE TAL FOI PUBLICADO EM LEI ORGANICA!

domingo, 7 de dezembro de 2008

"À MODA ANTIGA"


Banquete ilegal de veado é investigado na GNR

Castelo Branco. Um veado com cerca de cem quilos morreu na IP2 em resultado de um acidente com uma viatura. O caso chegou ao Ministério Público porque, alegadamente, o comandante da BT de Castelo Branco autorizou que o animal virasse petisco para si e para soldados do departamento
Um veado morreu atropelado na IP2 e acabou por servir de refeição a alguns guardas da GNR do destacamento de trânsito de Castelo Branco, segundo uma queixa entrada na Procuradoria-Geral da República (PGR). De acordo com a lei, deveria ter sido queimado ou entregue a uma instituição social. Mas há um outro mistério que perdura. Alguém arrancou os chifres ao animal e levou-os para casa, mantendo-se desconhecido o autor do "desimplante". Oficialmente, surgiu na estrada com a cabeça já "desarmada". Depois da PGR, a Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) também tomou conhecimento do caso e mandou o comando-geral da GNR averiguar. Entretanto passaram-se quase dois anos e não se conhecem conclusões. Os intervenientes no repasto correm o risco de expulsão. A PGR tomou conhecimento do caso em Março de 2007, através de queixa anónima de alguém que se apresentou como sócio de uma associação de defesa dos animais. Segundo essa denúncia, a que o DN teve acesso, o acidente aconteceu a 15 de Fevereiro de 2007 ao Km 149 da IP2, na direcção da Barragem do Fratel, cruzamento de Gardete, envolvendo um ligeiro de mercadoria de marca Mercedes e um animal de caça grossa, veado, com cerca de 100 quilos.Ao local acorreram dois guardas da Brigada de Trânsito (BT) da GNR que terão pedido instruções sobre o que fazer com o animal moribundo. Enquanto aguardavam, um deles agarrou-se aos cornos do bicho e arrancou-os, exclamando "estes já são meus", conforme se lê na queixa à PGR. Entretanto, terão recebido uma indicação do graduado de serviço que se encontrava no posto no sentido de que seria necessário encontrar um número de telefone de uma instituição interessada em consumir o animal.Neste impasse, segundo o mesmo documento, entre os dois guardas surgiu a ideia de o veado virar petisco. Era uma tentação de cem quilos. Então, um dos soldados telefonou a um outro que estaria fora de serviço. Este, por sua vez, terá contactado o comandante do destacamento, tendo este dado o aval à concretização da ideia. Entretanto, chegou ao local o graduado de serviço que logo perguntou pelos chifres do bicho, tendo-lhe sido informado que já teria surgido ali naquele estado. Era noite - o acidente dera-se por volta das 20.00 -, mas o sargento , com a ajuda de uma lanterna, ainda se meteu mata adentro na tentativa de encontrar as hastes. Em vão. Os dois soldados informam-no em seguida que o comandante do destacamento já estava a par do assunto e que o animal já teria destino. O sargento contactou o comandante que lhe terá confirmado a informação recebida.Pouco tempo depois surge no local o tal soldado que se encontrava fora de serviço, e que foi contactado quando surgiu a ideia de o animal virar petisco. A carrinha em que se deslocou até ali era propriedade de um civil residente na Lardosa, Castelo Branco. Alegadamente, o veado foi transportado para um restaurante e, passado uns dias, terá servido de repasto a alguns militares da GNR e amigos.Um dos soldados que tomou conta da ocorrência , contactado pelo DN, recusou-se a falar. O segundo soldado já está reformado, e o número de telefone que conseguimos está desactivado. O comandante do destacamento, o tenente Correia da Silva, confirma a ocorrência, mas garante que a queixa apresentada na PGR "é um filme inventado por alguém que quis difamar a instituição". Instado sobre o destino dado ao animal, o tenente diz não se recordar, frisando que a morte de animais na estrada ocorre com alguma frequência. O DN questionou o comando geral da GNR sobre este assunto na quarta-feira através de um e-mail com algumas perguntas. Mas, até ontem, não obtivemos resposta. Os demais intervenientes estiveram sempre incontactáveis.
DIARIO NOTICIAS

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

"Descontentamento" na GNR

A Associação dos Profissionais da Guarda organiza quinta-feira, em Lisboa, o "Fórum do Descontentamento" para demonstrar a "indignação" que se vive na corporação, como "salários indignos, reduzida assistência na doença e promoções em atraso".
O presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), José Manageiro, disse à Agência Lusa que actualmente "a indignação é grande", sendo por isso necessário demonstrá-la e torná-la pública "num espaço de protesto e de debate" que prevê a participação de membros da Associação dos Profissionais da Guarda de todo o país.
"No Fórum do Descontentamento os associados vão reflectir e dar as suas opiniões sobre o momento difícil que a Guarda atravessa", afirmou, adiantando que na iniciativa poderão ser decididas formas de luta a adoptar em breve.
Segundo José Manageiro, a "forte indignação" dos elementos da GNR é "claramente" dirigida ao Ministério da Administração Interna devido "ao incumprimento das promessas feitas".
Milhares de promoções em atraso desde 2004, "degradação" da assistência na doença, falta de definição de um horário de trabalho, instalações e equipamentos cada vez mais "degradados" são alguns dos motivos de descontentamento dos profissionais da GNR apontados por José Manageiro.
Os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) exigem, igualmente, dignificação na função policial, melhoria nas condições de serviço, transparência nas colocações e transferências e aumento salarial de 2,5 por cento em 2009, além dos 2,9 já decididos pelo Governo.
O presidente da APG disse que os efectivos da GNR têm enfrentado "uma perda do poder de compra", aliado a salários "indignos de quem todos os dias arrisca a vida".
A APG está também contra "o agravar do cariz militar da GNR", que tem sido a forma encontrada para transformar os efectivos em "objectos", segundo o dirigente associativo.
José Manageiro afirmou que a instituição continua "a impor tarefas humilhantes e a instaurar processos disciplinares de forma indiscriminada".
Como exemplo, referiu o processo instaurado a um dirigente da APG por ter denunciado a falta de efectivos em Albufeira e o processo crime e disciplinar de que está a ser alvo um guarda por se ter recusado a lavar pratos.
Neste sentido, e tendo em conta o recente inquérito realizado pela Associação dos Profissionais da Guarda, a APG defende a desmilitarização da GNR.
José Manageiro adiantou que os associados da APG são "contra a natureza militar da Guarda", considerando que é "incompatível com o exercício da função policial".
O "Fórum do Descontentamento" realiza-se quinta-feira à tarde na Casa do Alentejo, em Lisboa. Segundo números da associação, a APG tem 16.000 associados num total de cerca de 26 mil elementos que compõem a Guarda Nacional Republicana.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

GNR de Santarém fica sem patrulhas

Substituição dos cartões Galp frota impede carros-patrulha de abastecer combustível.

Os carros-patrulha de cinco destacamentos do Grupo Territorial da GNR de Santarém estiveram ‘encostados’ durante 24 horas, devido à substituição dos cartões Galp Frota que permitem os abastecimentos de combustível.
Fonte da GNR disse ao CM que, na terça-feira, muitos comandantes locais tiveram de refazer os planos de patrulhamento. "Só foram enviados carros às ocorrências.As patrulhas tiveram de ser suspensas devido à falta de combustível", referiu o informador.
O comando-geral nega que a actividade operacional do Grupo de Santarém tenha ficado afectada. "O que se passou foi a substituição dos antigos cartões Galp Frota pelos novos. De facto, algumas patrulhas foram abastecer a bombas de gasolina e, ao apresentar o cartão antigo e o novo, acabaram por não conseguir abastecer", disse ao CM o tenente-coronel Costa Lima, porta-voz da GNR, garantindo que "a situação está normalizada".
M.C. - Correio da Manhã

Onde chega a falta de competência e a desorganização!