
APG - GNR, considera "humilhante" forma como profissionais da Guarda foram tratados no 10 de Junho
Ontem
Porto, 12 Jun (Lusa) - A Delegação Norte da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) manifestou hoje a sua "firme indignação", pela forma como foram tratados os profissionais da GNR aquando das comemorações do 10 de Junho, em Viana do Castelo.
A APG/GNR considera, em comunicado hoje divulgado, "humilhante" que os profissionais da Guarda tenham sido obrigados a preparar (limpar e aparelhar) os cavalos que iriam ser utilizados pelos alunos do Colégio Militar durante o desfile de cavalaria do 10 de Junho, em Viana do Castelo.
"Foram utilizados 20 profissionais da GNR, enquadrados por um sargento, para além de 22 cavalos, mais o respectivo material e cinco viaturas", afirma o comunicado.
A APG/GNR sustenta que, para que os alunos do Colégio Militar pudessem desfilar com os cavalos, arreios e material da GNR, "o 1º Esquadrão de Cavalaria do Porto não realizou qualquer patrulha a zonas sensíveis, a sua principal missão, tanto na jurisdição da GNR como na da PSP", nos dias 9 e 10 de Junho.
A Delegação do Norte da APG/GNR considera também "humilhante a utilização de agentes da autoridade e órgãos de polícia criminal em serviços de limpeza", como aconteceu com o 1º Esquadrão de Cavalaria da GNR do Porto.
"Tal só é possível porque a GNR e os seus profissionais estão submetidos, em pleno século XXI, às regras antiquadas do Código de Justiça Militar, não possuindo ainda um horário laboral de referência", afirma a associação.
A APG/GNR lamenta, por fim, que esta situação "permita a utilização dos profissionais da Guarda em todo tipo de tarefas, como se de mão-de-obra barata se tratasse".
Considera ainda que estas circunstâncias decorrem também do facto de os comandos da GNR serem "subservientes" ante os altos cargos do Exército.
Ontem
Porto, 12 Jun (Lusa) - A Delegação Norte da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) manifestou hoje a sua "firme indignação", pela forma como foram tratados os profissionais da GNR aquando das comemorações do 10 de Junho, em Viana do Castelo.
A APG/GNR considera, em comunicado hoje divulgado, "humilhante" que os profissionais da Guarda tenham sido obrigados a preparar (limpar e aparelhar) os cavalos que iriam ser utilizados pelos alunos do Colégio Militar durante o desfile de cavalaria do 10 de Junho, em Viana do Castelo.
"Foram utilizados 20 profissionais da GNR, enquadrados por um sargento, para além de 22 cavalos, mais o respectivo material e cinco viaturas", afirma o comunicado.
A APG/GNR sustenta que, para que os alunos do Colégio Militar pudessem desfilar com os cavalos, arreios e material da GNR, "o 1º Esquadrão de Cavalaria do Porto não realizou qualquer patrulha a zonas sensíveis, a sua principal missão, tanto na jurisdição da GNR como na da PSP", nos dias 9 e 10 de Junho.
A Delegação do Norte da APG/GNR considera também "humilhante a utilização de agentes da autoridade e órgãos de polícia criminal em serviços de limpeza", como aconteceu com o 1º Esquadrão de Cavalaria da GNR do Porto.
"Tal só é possível porque a GNR e os seus profissionais estão submetidos, em pleno século XXI, às regras antiquadas do Código de Justiça Militar, não possuindo ainda um horário laboral de referência", afirma a associação.
A APG/GNR lamenta, por fim, que esta situação "permita a utilização dos profissionais da Guarda em todo tipo de tarefas, como se de mão-de-obra barata se tratasse".
Considera ainda que estas circunstâncias decorrem também do facto de os comandos da GNR serem "subservientes" ante os altos cargos do Exército.


2 comentários:
Não concordo com a opnião do autor do texto, nem aceito, pois os alunos do Colégio Militar estiveram a servir Portugal, não estiveram a dar passeios a cavalo, acho estranho haver gente "ligada" ás Forças de Seguranças com esta visão.
A ideia expressa aqui pela APG-GNR, surge expondo a situação de que agentes policiais e meios policiais, estiveram a ser utilizados, para outro fim que não o objectivo normativo, ficando o cidadão privado da sua segurança com a diminuição das patrulhas na via publica, enquanto a gnr disponibilizava meios policiais para desfiles militares, o exercito portugues que o faça!!
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